Olá, galerinha. Quanto tempo, não? Bom... vamos ao esclarecimentos do mês:
Mês de Outubro (o qual foi o meu aniversário) não houve "Adaptações Literárias". Muito por causa do meu tempo corrido no trabalho (vida de Office-boy não é fácil, isso eu garanto!) e o pouco tempo que eu tinha para estudar para o ENEM. Muito pouco, mesmo, além de ter que ter um tempinho para o lazer. Peço perdão a quem acompanha a coluna de corpo-e-alma e prometo que vou me esforçar ao máximo para me focar bastante aqui.
Mas Novembro chegou e antes de tudo - vocês sabiam que dia 19 foi aniversário da Fran? Sim! Essa linda está fazendo seus 19 aninhos e nós aqui vamos celebrar (com um certo atraso) essa data para alguém muito especial. Portanto, deixem suas congratulações e suas demonstrações de amor nos comentários. rs
Enfim, vamos ao Adaptações Literárias #9.
O Adaptações Literárias consiste em apresentar, discutir e argumentar
sobre filmes que deveriam ganhar vida nas páginas físicas dos livros.
Coluna ofertada uma vez por mês pelo Roger.
Título: Frankenweenie
Gênero: Infantil/Curta
Ano de Lançamento: 1984
Direção: Tim Burton
Eu sei! Eu sei! Muitos vão começar a falar "Poxa vida, Tim Burton novamente?" (rs) mas vocês tem que dar créditos à genialidade do cara. E dessa vez eu trago algo original dele. Originalmente feito em 1984, "Frankeweenie" foi um curta em live-action que agora em 2012 ganhou nos cinemas uma versão completa em animação 3D. Primeiramente, já deixo avisado que aqui falarei sobre, e SOMENTE sobre o curta. Além do mais, vocês não poderão me julgar em "Frankenweenie" por apenas dois fatores: 1, o curta é em preto-e-branco e 2, tem cachorro no meio.
Na história, nós conhecemos Victor Frankenstein e seu cão Sparky, que representa tudo na vida do menino. Além de fazerem curtas onde Victor demonstra precocemente seu amor por cinema, os dois também brincam com a bolinha e, numa manhã onde resolveram sair para brincar, é aí que a história começa. Ou termina. Ou começa novamente. Sparky é atropelado e morto, e Victor fica arrasado. Sua vida não é mais a mesma sem o seu fiel companheiro. Mas tudo muda após uma aula de ciências onde Victor aprende sobre bioeletricidade e tem a brilhante ideia de que, se submeter o cadáver de Sparky a uma grande quantidade de energia elétrica, o mesmo voltará a vida, para sua felicidade. E assim o faz. Óbvio que o cão volta, senão não teríamos história (Logo não teríamos AL #9). Inicialmente, Victor acredita que o problema será em ter que esconder o cão de seus pais, mas a confusão de verdade realmente acontece quando os vizinhos descobrem sobre o feito do menino. E a história se desenvolve de um jeito emocionante.
Aqui, "Frankenweenie" poderia ATÉ não ser um livro, mas sim um conto. Um conto rápido sobre o amor aos cachorros, sobre essa amizade animal linda que os bichos dão de volta para nós, e sem querer nada em troca. Não existe amor mais puro que o amor de um cão e, para quem ama esses animais lindos, esse tipo de filme (ou curta) emociona qualquer um que tenha visto "Marley e Eu" ou "Sempre Ao Seu Lado".
Disse que falaria apenas em referência ao curta porque o filme não me agradou muito. Eu entendo que, para o cinema, a história teria que atingir maiores escalas e preencher o espaço para ser considerado um longa-metragem, mas é que eu não senti com o filme a mesma conexão que tive ao ver o curta pela primeira vez, no mesmo dia, mais cedo. O curta tem cerca de 30 minutos e é tão intrínseco a história, tão verdadeiro, que me emocionei e, confesso, uma lágrima escorreu do meu olho. Fazer o quê? Eu amo cachorros (rs).
Rogério Gerson
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