Leitores, olá!

Hoje trago uma entrevista muito bacana para vocês. O autor da vez, como de costume, é nacional, possui algumas publicações no mercado editoral, e está completando aniversário de carreira este mês.

Antônio Lima, sob pseudônimo de Ant Lima, nasceu em Caconde, interior de São Paulo, no ano de 1993. Atualmente vive em Poços de Caldas, cidade que fica no Sul de Minas Gerais. Além de escritor, é colunista. A ideia de escrever enredos próprios é bem antiga, desde que lia gibis da Mônica. Sete anos depois o sonho passa a ser de fato traçado. Vamos conhecer um pouco mais sobre ele?


Universo Literário: Este é um mês de comemoração para o Ant Lima! São 2 anos de carreira como escritor (os primeiros de muitos, supomos). Quais são as expectativas para os próximos anos? Você pretende continuar firme no âmbito literário?
Ant Lima: Sim! É um mês para comemorar muito... tem aniversário da minha mãe, aniversário da minha irmã e da minha melhor amiga, além da comemoração de dois anos de carreira! Pretendo seguir com a literatura, pois escrever é o que eu mais curto fazer e já tenho alguns novos projetos em andamento. Escrever é prioridade!

UL: Ant, sua carreira ainda está no início, mas ainda assim você já faz o maior sucesso. Como é saber que seu trabalho tem sido aceito pelo público leitor?
AL: Sinto-me aliviado! Esse é o teste final para qualquer artista: o publico. Fico muito feliz de ter meus leitores sempre me apoiando e dando aquela força na divulgação. Só tenho o que agradecer!

UL: Seus dois livros publicados, o ''17 Badaladas Para o Medo'' e ''O Baú de Maldições'', tratam de terror, suspense e ficção. Por que escrever obras com essa temática? E o que levou a criação de ambos os enredos?
AL: Eu gosto é de tocar o terror! (Risos). Suspense e terror são os meus gêneros favoritos para filmes e também para livros. E isto bastou para me lançar como um autor de terror.

UL: Como escritor você já possui algum projeto para o futuro? Se sim, pode nos adiantar algo? Gostaríamos de saber se é da sua pretensão trabalhar em cima da mesma temática.
AL: Quem ler esta resposta poderá me julgar bipolar. Mas, meu próximo lançamento está voltado ao publico infantil. Será um livro dedicado ao meu sobrinho e para as crianças em geral. Porém, não vou deixar o terror de lado, estou com um projeto de curta-metragem baseado em um dos meus contos para 2013.

UL: Qual seu autor favorito, e por quê? Ele serviu de inspiração para você no momento da elaboração dos seus livros?
AL: Pergunta difícil. Eu gosto muito do Helio do Soveral. Os livros dele são de aventura e não me inspirou em momento nenhum na criação das minhas publicações.

UL: Como foi sua entrada no mercado editorial, e quais as principais dificuldades enfrentadas nele?
AL: Falta de informação foi à parte mais difícil. Estava com meu manuscrito pronto e não sabia o que fazer com ele. Quem procurar, como fazer... Foi a maior dificuldade. Fica a dica para as editoras: facilitem ao invés de dificultar!

UL: Como autor, qual o seu maior sonho?
AL: Ser um autor Best-Seller!

UL: Você já foi indicado a alguns prêmios. O que isso representou durante para a sua vida profissional como escritor?
AL: Representa realização! Fui indicado a prêmios que envolvia voto popular e em todos consegui ótimas colocações. Isso prova que o mais importante eu tenho: meus leitores, e isso não tem preço!

UL: Você gostaria de comentar conosco algo sobre os seus livros publicados? Qual o público alvo e por que deveríamos lê-lo?
AL: Minhas publicações são direcionadas aos jovens. Meus livros trabalham na imaginação dos leitores. Todo mundo tem medo de algo, então separei nos contos diferentes temas, diferentes temores. É tão bom sentir um medo que acaba no momento em que você vira a página...

UL: Ant, a família Universo te deseja muito sucesso em sua carreira profissional. Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do blog?
AL: Agradeço ao Universo Literário pela oportunidade e espero que os leitores, tanto do blog quanto os meus leitores também, curtam a entrevista. Para terminar convido o pessoal que acaba de me conhecer para acompanhar meu trabalho, será um prazer tê-los por perto!


Contatos do autor:
Site: www.ant-lima.wix.com/site 
Blog: www.antlimanews.blogspot.com 
Facebook: www.facebook.com/antlimabox 
Twitter: www.twitter.com/itsmeantonnio 
Youtube: www.youtube.com/user/antlimabox
E-mail: imprensa.antlima@r7.com

Oi pessoal, como estão? Primeiro, gostaria de agradecer pelos vários comentários na minha primeira coluna. Fiquei super feliz; muito obrigada mesmo. E indo ao que interessa, esse mês resolvi falar de um gênero que mesmo não sendo muito ''apropriado'' para alguém da minha idade, ainda é um dos meus favoritos: os livros infantis. 


Literatura em Movimento: coluna que consiste em apresentar, argumentar e discutir de forma opinativa sobre os mais variados gêneros e movimentos literários existentes. 
Será ofertada mensalmente pela Rafa.


É um pouco difícil falar de livros infantis – como um gênero – porque existem obras de todos os tipos: sobrenaturais, policiais, fantasia e assim por diante. Mas sem dúvida os livros que sempre fizeram mais sucesso entre a criançada são os que envolvem o sobrenatural, os clássicos como O Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas (mesmo esse não passando de um sonho da personagem principal) e os contos de fadas em geral, que envolvem bruxas, fadas, transformações repentinas, magia e ilusão... todas estão aí para provar isso. 

É certo que livros infantis são importantes para a formação de bons leitores desde pequenos, e que a maioria desses livros atuais, como O Diário de um Banana ou Meu Querido Diário Otário, tratam de temas como a amizade, família, bullying, e os personagens costumam ter as mesmas dúvidas e incertezas que o público alvo desses livros tem. Mesmo quando um enredo envolve magia, como Harry Potter ou Os Seis Signos da Luz, os personagens – principais ou não – tem coisas em comum com muitas crianças, seja por serem órfãs, não terem as mesmas condições financeiras que os amigos (citando Rony, melhor amigo de Harry Potter) ou no caso de Os Seis Signos da Luz, por serem um pouco excluídas do círculo familiar, e após passarem vários anos sofrendo, os personagens acabam descobrindo que tem algo de especial neles. No caso de uma criança que passa por tais problemas, um livro assim, pode acabar lhe mostrando que não tem nada de errado com ela. 

Mas também é certo que os livros infantis lançados nos últimos anos estão sofrendo bastante preconceito por parte de alguns críticos, pseudo-intelectuais, e até mesmo por parte de alguns jovens metidos a cultos (aliás, não só os infantis. Eu diria que os livros em geral lançados nos últimos anos sofrem esse preconceito). Alguns por incitarem a pratica de bruxaria, como Harry Potter, e outros por terem um conteúdo muito ''simples'' como Meu Querido Diário Otário. Porém, é preciso lembrar que os livros precisam ter uma linguagem e temas aparentemente simples para que as crianças possam entender, afinal de contas, você não dá um livro como Dom Casmurro ou Crime & Castigo para uma criança de 6 anos esperando que ela vá gostar.



Abaixo alguns livros infantis ou infanto-juvenis que andam fazendo bastante sucesso atualmente:
Percy Jackson & Os Olimpianos: A série retrata a história de Percy, um menino que após passar por vários problemas por causa da sua dislexia e do seu déficit de atenção, acaba descobrindo ser filho de Poseidon – o deus do mar. Eu particularmente gosto bastante da série por mostrar que só porque uma criança tem problemas de aprendizagem isso não significa que ela não possa ser inteligente, ou se sair muito bem em outras coisas. Não recomendo a série para menores de 10 anos.
As Crônicas de Spiderwick: A série conta a história dos gêmeos Simon e Jared, e de sua irmã mais velha Mallory, que após a separação dos pais precisam ir morar na casa de sua tia-avó, com a mãe. Lá acabam descobrindo um Guia de Campo sobre criaturas mágicas.  Eu só li o primeiro livro dessa série – além de ter visto o filme – e gostei bastante. Pretendo ler os outros em breve, mesmo a história sendo bem infantil, mas é uma ótima diversão. Recomendo pra qualquer idade.
Harry Potter: A história do menino órfão que descobre ser um bruxo e que graças a isso vai para uma escola de bruxaria, é conhecida no mundo inteiro e mesmo após o término da saga continua fazendo bastante sucesso. Uma das coisas que eu mais gosto na série é o fato dos personagens serem bruxos, independentes deles serem bons ou maus, já que na maioria dos livros infantis os bruxos (as) são sempre vistos como os vilões.
Judy Moody: Conta a história de Judy, uma menina super curiosa e divertida. Os livros dessa série não possuem nada de extraordinário, e quando digo extraordinário é porque não envolvem magia ou coisas do tipo. Basicamente fala do cotidiano de uma criança comum, convivendo com crianças comuns, mas isso não significa que os livros deixam de ser divertidos ou empolgantes por causa disso. 
Querido Diário Otário: Conta a história de Jamie Kelly, uma menina de 12 anos que está passando pelo período de mudança para a adolescência. Assim como os livros de Judy Moody, não possuem nada de extraordinário, no entanto, são bem engraçadinhos e são bem interessantes para crianças da idade da protagonista.

Há também a série Como Treinar seu Dragão. Eu não li nenhum livro dessa série, então não posso opinar, mas pretendo ler em breve. No mais, gostaria de aproveitar que o Natal está chegando para dizer que se você for dar algo para uma criança, dê um livro! Saia da mesmice das Barbies e dos carrinhos sem graça... aposto que elas vão gostar!

Até mais! 
Rafaela Lopes

Os destaques do mês é referente a uma autora que muito tem agradado o público leitor com seu enredo mágico e encantador. Embora seja muito difícil colher informações sobre ela, aqui vai um pouquinho de Colleen Houck para vocês!

Destaques do Mês: uma coluna referente à proeminência de autores, lançamentos e obras aclamadas que possuem em comum um direcionamento temático. Dada à ênfase, esta será ofertada uma vez por mês, como já diz o próprio nome.



Autor destaque e sua biografia:


Colleen Houck nasceu em 03 de outubro de 1969, em Tucson, Arizona, Estados Unidos.

Colleen é, antes de tudo, uma leitora assídua. Adora ação, aventura, ficção científica e romance. Seus livros favoritos incluem um pouco de cada um, inclusive. Depois de obter um grau de associado da faculdade de Rick e transferência para a Universidade do Arizona, ela largou a escola para ir em uma missão da igreja onde acabou conheceu o marido. Desde então, ela teve uma variedade de cargos, incluindo grupo de advocacia, gerente de cozinha chinesa, intérprete de linguagem, entre outros. Houck também se considera um especialista na montagem de sanduíches Big Mac e Clássicos Big Bacon e, sim, o canal Food Network é sua estação favorita. 

Suas inspirações são Shakespeare, Stephenie Meyer, Chris Paolini, JK Rowling, Madeleine L, e outros. Seu gênero literário favorito para escrita é, portanto, ficção.

Colleen tem vivido no Arizona, Idaho, Utah, Califórnia e Carolina do Norte, e agora está definitivamente resolvida em Salem, Oregon, com seu marido e seu gigante recheado tigre branco.

Bibliografia:
  • A Maldição do Tigre; 
  • O Resgate do Tigre; 
  • A Viagem do Tigre; 
  • O Destino do Tigre; 
  • O Sonho do Tigre.


Lançamento atual:

Perigo. Desolação. Escolhas. A eternidade é tempo demais para esperar pelo verdadeiro amor?

Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões míticos. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores.
Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia. No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustrar seus objetivos.
Em A Viagem do Tigre, terceiro volume da série A Maldição do Tigre, Kelsey, Ren e Kishan retomam a jornada em direção ao seu verdadeiro destino numa história com muito suspense, criaturas encantadas, corações partidos e ação de primeira.


Uma das obras mais aclamadas:

Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.

Olá, galerinha. Quanto tempo, não? Bom... vamos ao esclarecimentos do mês: 

Mês de Outubro (o qual foi o meu aniversário) não houve "Adaptações Literárias". Muito por causa do meu tempo corrido no trabalho (vida de Office-boy não é fácil, isso eu garanto!) e o pouco tempo que eu tinha para estudar para o ENEM. Muito pouco, mesmo, além de ter que ter um tempinho para o lazer. Peço perdão a quem acompanha a coluna de corpo-e-alma e prometo que vou me esforçar ao máximo para me focar bastante aqui. 

Mas Novembro chegou e antes de tudo - vocês sabiam que dia 19 foi aniversário da Fran? Sim! Essa linda está fazendo seus 19 aninhos e nós aqui vamos celebrar (com um certo atraso) essa data para alguém muito especial. Portanto, deixem suas congratulações e suas demonstrações de amor nos comentários. rs
Enfim, vamos ao Adaptações Literárias #9.


O Adaptações Literárias consiste em apresentar, discutir e argumentar 
sobre filmes que deveriam ganhar vida nas páginas físicas dos livros. 
Coluna ofertada uma vez por mês pelo Roger.


Título: Frankenweenie
Gênero: Infantil/Curta
Ano de Lançamento: 1984
Direção: Tim Burton


Eu sei! Eu sei! Muitos vão começar a falar "Poxa vida, Tim Burton novamente?" (rs) mas vocês tem que dar créditos à genialidade do cara. E dessa vez eu trago algo original dele. Originalmente feito em 1984, "Frankeweenie" foi um curta em live-action que agora em 2012 ganhou nos cinemas uma versão completa em animação 3D. Primeiramente, já deixo avisado que aqui falarei sobre, e SOMENTE sobre o curta. Além do mais, vocês não poderão me julgar em "Frankenweenie" por apenas dois fatores: 1, o curta é em preto-e-branco e 2, tem cachorro no meio.

Na história, nós conhecemos Victor Frankenstein e seu cão Sparky, que representa tudo na vida do menino. Além de fazerem curtas onde Victor demonstra precocemente seu amor por cinema, os dois também brincam com a bolinha e, numa manhã onde resolveram sair para brincar, é aí que a história começa. Ou termina. Ou começa novamente. Sparky é atropelado e morto, e Victor fica arrasado. Sua vida não é mais a mesma sem o seu fiel companheiro. Mas tudo muda após uma aula de ciências onde Victor aprende sobre bioeletricidade e tem a brilhante ideia de que, se submeter o cadáver de Sparky a uma grande quantidade de energia elétrica, o mesmo voltará a vida, para sua felicidade. E assim o faz. Óbvio que o cão volta, senão não teríamos história (Logo não teríamos AL #9). Inicialmente, Victor acredita que o problema será em ter que esconder o cão de seus pais, mas a confusão de verdade realmente acontece quando os vizinhos descobrem sobre o feito do menino. E a história se desenvolve de um jeito emocionante.

Aqui, "Frankenweenie" poderia ATÉ não ser um livro, mas sim um conto. Um conto rápido sobre o amor aos cachorros, sobre essa amizade animal linda que os bichos dão de volta para nós, e sem querer nada em troca. Não existe amor mais puro que o amor de um cão e, para quem ama esses animais lindos, esse tipo de filme (ou curta) emociona qualquer um que tenha visto "Marley e Eu" ou "Sempre Ao Seu Lado".

Disse que falaria apenas em referência ao curta porque o filme não me agradou muito. Eu entendo que, para o cinema, a história teria que atingir maiores escalas e preencher o espaço para ser considerado um longa-metragem, mas é que eu não senti com o filme a mesma conexão que tive ao ver o curta pela primeira vez, no mesmo dia, mais cedo. O curta tem cerca de 30 minutos e é tão intrínseco a história, tão verdadeiro, que me emocionei e, confesso, uma lágrima escorreu do meu olho. Fazer o quê? Eu amo cachorros (rs).

Rogério Gerson