Oi pessoal, como estão? Lendo bons livros? Eu ultimamente estou meio ''emperrada'' com a minha lista de leitura por causa da escola. Mas indo ao que interessa, esse mês resolvi falar de um gênero que não é bem um dos meus favoritos, no entanto, faz muito sucesso, principalmente com o público infanto-juvenil e jovem adulto. Irei falar dos livros quem tem como temática o sobrenatural.



Literatura em Movimento: coluna que consiste em apresentar, argumentar e discutir de forma opinativa sobre os mais variados gêneros e movimentos literários existentes. 
Será ofertada mensalmente pela Rafa.



Define-se como sobrenatural todo fenômeno ou criatura que não seja normal, ou que a ciência não conseguiu provar que aconteça ou exista. No mundo literário, são considerados livros sobrenaturais aqueles que falam de anjos, demônios, vampiros, fantasmas e diversas criaturas que podem ser consideradas mitológicas - ou não, dependendo das crenças de cada um, é claro - muito embora existam livros que possuem temática mitológica, mas que não são considerados livros sobrenaturais pela maioria, embora sejam sim sobrenaturais, mas provavelmente isso acontece porque as pessoas costumam associar o ''sobrenatural'' às histórias com fenômenos e criaturas considerados mais ''darks'' das mitologias.

Como comentei anteriormente, eu não sou grande fã dos livros sobrenaturais, já que eu gosto de livros que me façam pensar, ou em que eu tire diversas mensagens (sim, eu gosto de moral da história) quando tiver acabado a leitura, e os livros sobrenaturais tem mais o intuito de divertir e entreter. E não posso deixar de considerar que são graças aos livros sobrenaturais que muitas pessoas da minha geração tomaram gosto pela leitura (sem falar que cada um lê o que lhe convém) e esse definitivamente é um ponto a se considerar.

Outro ponto que eu considero bastante nos livros sobrenaturais é que eles costumam ser ótimos passatempos, mesmo os livros mais ''darks'' ou ''pesados'' costumam ser divertidos – mais uma vez, dependendo do que cada um considere divertido – e costumam me prender muito rápido, assim como a maioria dos leitores. Outro fator a se considerar é que os livros desse gênero geralmente são muito bons para quem (assim como eu) tem interesse nas criaturas mitológicas. Claro que a maioria dos autores costuma mudar algumas características de algumas criaturas, mas os livros, em sua maioria, não deixam de ser um ótimo instrumento de pesquisa complementar, ou é apenas divertido ler sobre elas numa ''perspectiva diferente''.

Abaixo algumas sagas sobrenaturais famosas (ou não):
Hush Hush: A saga que fala sobre uma humana que se apaixona por um anjo caído, faz bastante sucesso no Brasil, porém, a série apesar de ser um romance sobrenatural, é repleta de suspense, e apesar de eu não ser grande fã, admito que seja uma série muito boa. É uma ótima pedida pra quem gosta de sobrenatural/suspense ou apenas pra quem quer começar a ler algo do gênero.
Crepúsculo: Não podia deixar de falar da saga sobrenatural que mais fez – e continua fazendo – sucesso nos últimos anos, como todos supostamente já sabem. Crepúsculo narra o romance de uma adolescente que se apaixona por um vampiro, e embora eu tenha lido os quatro volumes da saga, considero-me neutra em relação a ela. Nem gosto, nem desgosto, embora não deixe de lado as piadinhas, pra irritar as minhas amigas.
Beijos de Vampiro: Das sagas sobrenaturais que li essa é a minha favorita. Pra lá de divertida Beijos de Vampiro é narrado por Raven, uma garota gótica – por influência da mídia – que é considerada uma esquisita por todos na pequena e tediosa Dullsville, a cidade onde mora. No entanto, tudo muda quando uma família – supostamente composta por vampiros – se muda para a antiga mansão abandonada e considerada mal-assombrada da cidade.
Fallen: Mais uma saga que fala sobre anjos e adolescente apaixonada. Sendo bem sincera eu não gostei de Fallen, e não que isso torne a história menos interessante, longe disso. O primeiro livro pelo menos tem um final pra lá de surpreendente, e a escrita da autora é ótima. Mas como dizem por aí: gosto é gosto.


Rafaela Lopes

É dia de Oscar! Dia em que muitos cinéfilos e leitores assíduos param para acompanhar uma das mais notáveis premiações anuais que existe, e embora o Universo tenha uma temática puramente literária, abrimos certas exceções em eventos especiais como esse. A verdade é que este ano existem muitas categorias em que a literatura se faz presente devido as suas adaptações... um exemplo deles é Os Miseráveis, que além de estar concorrendo à melhor filme, se faz presente em outras categorias.

Para quem não sabe, Les Misérables é uma das principais obras escritas pelo francês Victor Hugo, publicada em 3 de abril de 1862. A obra já recebeu ao longo dos anos várias adaptações... a mais recente é britânica, baseada no musical dirigido por Tom Hooper, com atuação de Hugh Jackman (Jean Valjean), Amanda Seyfried (Cosette), Russel Crowe (Javert), Samantha Barks (Éponine), Aaron Tveit (Enjolras) , Helena Bonham Carter (Madame Thénardier), Anne Hathaway (Fantine), Eddie Redmayne (Marius) e Sacha Baron Cohen (Monsieur Thenardier), lançado no Brasil no início deste.

Nós, evidentemente, não perdemos a chance de conferir essa produção tão especial, e foi pensando na ocasião que decidimos nos reunir (Rafaela e Francielle) com o intúito de ofertar a vocês nossa opinião sobre o filme. São várias adaptações excelentes que concorrem hoje, mas se Os Miseráveis e demais relacionados vencerem em suas respectivas categorias, ficaremos, sem dúvidas, muito felizes. Vejam o que temos a dizer e compartilhem conosco a opinião de vocês, também.
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Fran: Antes de qualquer coisa, devo mencionar que a história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Geralmente, produções que possuem como cenário um contexto histórico muito me instigam. Mas acontece que estamos tratando de um musical, e embora eu aprecie o gênero (mesmo não tendo o costume de apreciá-los com frequência), devo dizer que uma adaptação nesse estilo é de deixar qualquer um com um pé atrás. Talvez por receio de não ser bom o bastante.

Cena em que Fantine é julgada por suas colegas de trabalho.
No entanto, a produção de Os Miseráveis foi tão incrível, que basta gostar de um bom drama para amá-lo. Todo o trabalho, não apenas dos produtores, mas principalmente dos atores, valeu muito a pena... é uma produção memorável, difícil de ser esquecida e tem uma carga emocional única. Traz ainda várias mensagens extremamente significativas (e a vida dos personagens demonstra isso). Definitivamente vale a pena ser conferido pelo enredo geral, onde a história fica cravada na alma através do semblante de um povo sofrido que soube o que é o amor.

Jean resgatando Fantine.
Rafa: A primeira vez que eu tive contato com a história de Victor Hugo, foi quando eu tinha 11 anos, por uma adaptação em quadrinhos. A revistinha era muito velha, mas eu me lembro de ter gostado bastante. Após seis anos do meu primeiro contato com a história, não sabia ao certo o que esperar do filme, apesar de imaginar que ficaria incrível, mas ainda estava receosa em me decepcionar. No entanto, não poderia ter ficado mais feliz com a adaptação, pois o filme me emocionou de uma forma que é quase impossível explicar. Todavia, relato ainda que a produção também teve seus momentos de descontração, protagonizados pela personagem da sempre diva Helena B. Carter, e seu marido.

Madame Thénardier e Monsieur Thenardier em uma cena cômica.
Emocionei-me com a história de uma moça sonhadora que fez o possível, e precisou deixar tudo de lado, tendo que vender o corpo pelo bem de sua filha. O que mais uma vez mostrou como o sistema é hipócrita desde sempre, condenando as pessoas que amam e que são capazes de qualquer coisa pelo bem dos seus ente queridos. E por último posso afirmar que depois de várias decepções cinematográficas, essa adaptação de Les Misérables caiu do céu para mim. Fica aqui minha indicação para todos, mesmo para aqueles que não gostam de musicais... deem uma chance a Les Miz.


E vocês? Nos contem qual a torcida pra hoje!

Acho que não é de hoje que vocês perceberam que eu gosto mesmo, e até a maioria dos filmes que falo sobre, aqui no Adaptações Literárias, é de um bom drama. Tem aqueles leves, como ''Juno'', e outros dramas mais pesados, como ''Donnie Darko'', mas é inegável o quanto eu amo esse gênero. Te fazer rir ou te fazer sentir medo é algo que de certa forma eu acho muito fácil, mas te fazer se pôr no lugar de um determinado personagem e fazer você sentir na pele o que ele está sentindo, isso sim, meu amigo, é difícil.


Adaptações Literárias consiste em apresentar, discutir e argumentar 
sobre filmes que deveriam ganhar vida nas páginas físicas dos livros. 
Coluna ofertada uma vez por mês pelo Roger.

Título Original: Dancer in the Dark
Direção e Roteiro: Lars Von Trier
Elenco: Björk (Selma Jezkova);
Catherine Deneuve (Kathy);
Vladica Kostic (Gene Jezkova);
David Morse (Bill Houston).

No Adaptações de hoje, o filme escolhido se tornou um dos meus favoritos logo de cara. Ele pede e implora para ser um dos seus favoritos, se você gosta do gênero.

''Dançando no Escuro'' é o décimo quarto trabalho de Lars Von Trier (a quem eu já mencionei aqui anteriormente no meu primeiro Adaptações Literárias, com ''Melancolia'') e traz nele a queridinha, e extremamente excelente nesse filme, Björk como uma mãe que aos poucos está perdendo a visão e luta trabalhando para juntar dinheiro para a cirurgia visual do filho, que herdou a sua doença. Desde os primeiros minutos de filme/musical já se percebe a sensibilidade de Björk no papel de Selma. Sua atuação é realmente tocante ao interpretar uma mãe que, por mais que a vida lhe imponha dificuldades, sempre está ali, com um sorriso no rosto e cantando quando as coisas estão ficando difíceis (e como as coisas ficam difíceis na vida da personagem). Sendo o primeiro e único filme que Björk disse que iria fazer, é uma surpresa gratificante vê-la no papel, e mais surpreendente ainda ver o bom trabalho que ela faz como atriz nesse papel que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Cannes Film Festival em 2000.

Não sei se eu teria estruturas para ler um livro como ''Dançando no Escuro''. A narrativa, que começa calma e singela, mostrando as pequenas felicidades de Selma, lentamente dá uma reviravolta, e quando você percebe já está olho do furacão, onde várias coisas acontecem ao mesmo tempo. É impossível você não se emocionar com as infelicidades da personagem. A simpatia de Selma logo se transforma em um desespero silencioso, tudo em nome do bem estar do filho.

Espero que vocês tenham gostado de mais um Adaptações, e aqui deixo o meu obrigado pelos comentários e carinho que venho recebendo nas publicações. Vocês são ótimos!
Até em breve, galera.

Rogério Gerson

  Os 'destaques do mês', que a partir de agora passa a ter postagens irregulares, trará eventualmente autores que estão ganhando espaço no âmbito literário. A coluna funcionará da mesma maneira, mas não terá uma periodicidade exata

Com o avanço dos romances eróticos no mercado editorial, trago a vocês a respeito de uma autora que tem ganhado destaque por sua obras do gênero. Infelizmente não há muitos dados sobre a mesma, mas vejamos um pouco sobre Bella Andre.

Destaques do Mês: uma coluna referente à proeminência de autores, lançamentos e obras aclamadas que possuem em comum um direcionamento temático. Dada à ênfase, esta será ofertada eventualmente quando necessário.
Autor destaque:

Tendo vendido mais de um milhão de livros e romances nos EUA, a autora best-seller do The New York Times e do USA Today, Bella Andre, aparece hoje em listas de Top 5 Melhores na Amazon, Apple Barnes & Noble e Kobo. Depois de assinar um inovador negócio de impressão, sua série conhecida como Os Sullivans será lançada em paperback em um lançamento grande de língua global nos EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália e outros.

Conhecida por suas "histórias sensuais, com poderes envoltos em romance inebriante" (Publishers Weekly), seus livros acabaram sendo traduzido para nove línguas, estando no hanking dos vinte mais vendidos no Brasil. É vencedor do Prêmio de Excelência, O Washington, que a chamou de "um das principais escritoras digitais na América". Além disso, tem sido destaque pela NPR, EUA Hoje, Forbes, The Wall Street Journal, e mais recentemente na revista Time. Ela também tem dado palestras em conferências de publicação de Copenhaga para Berlim e San Francisco, incluindo uma palestra no Book Expo America, em 2012, por seu sucesso de autopublicação.

Se não em seu computador, você poderá encontrar seus livros nas livrarias de todo o Brasil. Atualmente a escritora é casada e têm dois filhos, onde divide seu tempo entre o país do Norte de vinho da Califórnia e uma cabana de cem anos no Adirondacks.


Confira a biografia completa da autora clicando AQUI 


Lançamento atual:

Em Não Posso me Apaixonar, Gabe Sullivan é um bombeiro de São Francisco que arrisca sua vida todos os dias. E sabe, por experiência própria, que não deve se envolver com as vítimas de incêndios.
Megan Harris admite que deve tudo ao heroico bombeiro que entrou no prédio em chamas para salvar sua filha de sete anos. Ela lhe deve tudo, exceto seu coração, pois, após perder o marido, cinco anos antes, jurara nunca mais sofrer por amor — e pela perda.
Contudo, quando Gabe e Megan se reencontram e as chamas incontroláveis do desejo se acendem, como ele poderia ignorar a coragem, a determinação e a beleza dela? E como ela poderia negar não apenas o forte vínculo de Gabe com sua filha, mas também a maneira como seus beijos carinhosamente sensuais a induziam a colocar em risco tudo o que manteve por tanto tempo?
A atração entre Gabe e Megan é irresistível, e se ambos não forem cuidadosos, correm o risco de se apaixonar.


Uma das obras mais aclamadas:

Já em Um Olhar de Amor, Chloe Peterson está tendo uma noite ruim. Uma noite realmente ruim. O machucado grande em sua bochecha pode provar isso. E quando seu carro patina para fora da estrada molhada em direção a uma vala, ela está convencida de que até o cara maravilhoso que a salvou do meio da tempestade deve ser muito bom para ser verdade. Ou ele é mesmo? Por ser um fotógrafo de sucesso que viaja frequentemente pelo mundo, Chase Sullivan tem seu jeito com mulheres bonitas, e quando ele está em casa, em São Francisco, um de seus sete irmãos normalmente está acordado para começar um pouco de diversão. Chase acha que sua vida é ótima do jeito que está — até a noite que encontra Chloe e seu carro destruído na rodovia Napa Valley. Não apenas nunca tinha conhecido alguém tão adorável, por dentro e por fora, mas como também percebe que ela tem problemas maiores do que seu carro batido. Logo, ele será capaz de mover montanhas por amor — e proteção — a ela, mas ela deixará? Chloe prometeu nunca cometer o erro de confiar em um homem novamente. Mas a cada olhar que Chase lança a ela — e a cada carinho doce e pecaminoso — conforme a atração entre eles sai faísca e esquenta, ela não pode fazer nada a não ser se perguntar se encontrou a única exceção. E apesar de Chase não perceber que sua vida mudaria para sempre em um instante, para melhor, ele não é o único a querer lutar por essa mudança. Ao contrário, ele está se preparando para uma luta... pelo coração de Chloe.