Para marcar o último dia do mês de junho - e a finalização do primeiro semestre de 2013 -, fizemos um delicioso café literário para você! Aqui você saberá qual foi a melhor leitora que realizamos neste 2013/1, e esperemos saber qual foi a sua melhor leitura, também. Na companhia de um bom café, claro! :D
Fran: Jardim de Inverno foi eleito o meu favorito (do semestre) por sua particularidade, e pela forma singela e peculiar em que essa uma história - triste, dramática e intensa - foi contada. Na trama somos apresentados a Meredith e Nina Whiston, duas irmãs com vidas (longínquas e) totalmente diferentes, unidas apenas pelo amor de seu pai. A enfermidade do mesmo, no entanto, fez com que as duas se encontram novamente, e que prometessem a ele que cuidariam e fariam de tudo para criarem um vínculo com sua fria mãe, Anya. Mas a verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser distante, e isso está relacionado a uma história - que ela faz de conto de fadas - existente há mais de 65 anos, dada início na gelada Leningrado durante a Segunda Guerra Mundial.
Fran: Jardim de Inverno foi eleito o meu favorito (do semestre) por sua particularidade, e pela forma singela e peculiar em que essa uma história - triste, dramática e intensa - foi contada. Na trama somos apresentados a Meredith e Nina Whiston, duas irmãs com vidas (longínquas e) totalmente diferentes, unidas apenas pelo amor de seu pai. A enfermidade do mesmo, no entanto, fez com que as duas se encontram novamente, e que prometessem a ele que cuidariam e fariam de tudo para criarem um vínculo com sua fria mãe, Anya. Mas a verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser distante, e isso está relacionado a uma história - que ela faz de conto de fadas - existente há mais de 65 anos, dada início na gelada Leningrado durante a Segunda Guerra Mundial.
Meredith e Nina só irão conhecer o passado secreto de sua mãe se conseguirem fazer com que ela conte toda a história, mas para isso ambas precisarão de muito esforço, pois a relação delas torna-se cada vez mais complicada. E, assim, há uma sucessão de fatos vívidos e instigantes que você só sentirá no ato da leitura.
O enredo de Kristin Hannah é um drama triste e feliz ao mesmo tempo, pensante e perspicaz. É uma história de amor que cativa por ser tão real, por envolver histórias tão típicas, mas também por ter uma excelente dosagem de singularidade e mistério que persistem do início ao fim. É intenso e leve ao mesmo tempo. É envolvente, chocante e imprevisível. Um livro que com certeza irá marcar quem se der a chance de lê-lo.
Roger: Eu sempre odiei - palavra forte - quando alguém me obrigava a ler algo. Leitura, para mim, tem que ser apreciada. Tem que ter seu tempo. Durante o Ensino Médio somos obrigados a ler vários livros em consideração a nota escolar e a não repetir de ano. Então os livros que li lá não me marcaram de verdade. Entretanto, me peguei pensando sobre isso outro dia e resolvi correr atrás da NOSSA literatura. "Chega de best-sellers americanos, Rogério." eu disse a mim mesmo quando peguei a obra "S. Bernardo" de Graciliano Ramos. Mas não vim aqui falar desse. Vim falar de "Vidas Secas", o segundo livro dessa minha "saga de literatura nacional". Sou nordestino, nasci na Paraíba, e me identifico demais com as obras de Graciliano. Me identifico porque conheci de perto o cotidiano das pessoas do interior que lá estão. "Vidas Secas" retrata a vida de uma família, O pai Fabiano, a mãe Sinhá, o filho mais novo, o filho mais velho e a cachorra Baleia, que vive se deslocando pelo sertão em busca de melhores condições vida. A trama é simples, mas tão rica nos detalhes que eu realmente fiquei impressionado com esse livro. Ele tem realmente uma carga emocional pesada depois que você para pra prestar atenção nos povos e sonhos e ambições dos personagens. É um livro muito bom, intenso e sensacional.
Rafa: Embora não tenha lido muitos livros durante esse primeiro semestre (e tenha começado com a releitura de Harry Potter, o que torna as coisas muito difíceis) a melhor leitura que fiz, definitivamente. foi A Moradora de Wildfell Hall, um dos primeiros livros mais feministas que conta a história de Helen, uma jovem que após se apaixonar perdidamente na juventude por um patife, se casa com a ilusão de que poderia mudar o homem. Só que no decorrer dos anos as coisas só pioram, e ela precisa tomar uma atitude desesperada. É aí que surge o Senhor Markham - ou o mais apropriado seria Helen surge na vida dele, já que é ela que se muda para a vizinhança -, mas Helen está decidida a não se apaixonar novamente. O livro que é considerado uma resposta a ''O Morro dos Ventos Uivantes'', de Emile Brontë, irmã de Anne Brontë (autora de A Moradora de Wildfell Hall), já que mostra o que poderia ter acontecido com Catherine caso ela estivesse casado com Heathcliff. Essa obra chegou a ser considerado inapropriado para mulheres na época em que foi escrito, e quem lê logo vai perceber o por que. Infelizmente, A Moradora de Wildfell Hall não é tão aclamado como os livros das outras irmãs Brontë, tanto é que acha-lo foi um golpe de sorte para mim. Só há uma edição em português e é de 2008, o que é uma pena, pois o livro é simplesmente maravilhoso.
Lua: Escolher um livro favorito é sempre uma dificuldade, independente da 'margem', mas, como livro favorito do semestre, e eu escolho ''Segredos da Minha Vida em Hollywood: Princesa Paparazzi''. Este livro faz parte da Saga ''Segredos de Minha Vida em Hollywood'', de Jen Calonita, e foi especial porque esse enredo demorou 2 anos para ser traduzido e publicado aqui no Brasil (estou cogitando ler os dois que faltam em inglês mesmo). A saga é focada na vida de Kaitlin, uma jovem atriz, estrela da TV e holofote em Hollywood. Em ''Princesa Paparazzi'', Kaitiyn está gravando a última temporada de sua série, e, sem saber qual rumo sua carreira vai tomar - e pela pressão que todos estão fazendo para que ela tome uma decisão -, Kaitin acaba se tornando amiga de duas garotas que só querem saber de fama. Deste modo, acabam estando constantemente nas manchetes de jornal, mas não por boas razões. Kaitlin é abordada por o dono de uma gravadora, que a força a gravar um single, que posteriormente é divulgado, sem a permissão da equipe de Katie, o que faz ela ter uma crise nervosa e ser internada às pressas. É um ótimo livro, uma ótima saga, que só peca por demorar tanto a ser traduzida (Oi, Editora Galera!).
Essas também são indicações e sugestões de leituras para você,
portanto, esperamos que goste!












