O Drops Literário está de volta com um tema polêmico. Hoje iremos falar um pouquinho sobre parcerias, algo tão sadio e ao mesmo complexo dentro da blogosfera literária (e em geral). E quando eu falo em parceria, não me refiro somente ao laço que as editoras, ou autores nacionais, firmam com blogs literários. Nesse entrelaço eu também enquadro a parceria entre blogueiros, um costume que presenciei com mais força há 4 anos atrás, mas que ainda existe e não pode passar despercebido.

Drops Literário, inspirado no Book Blogger Hop das meninas do Murphy's Library, 
é uma coluna de opinião sobre assuntos relevantes para a blogosfera literária. 
Conta com a participação de um convidado, e não tem periodicidade definida.


Quando falamos em parceria, a primeira coisa que me vem à mente é que um acordo está sendo firmado, sendo que ambas as partes se dispõem a atingir interesses comuns. Aqui na blogosfera, a parceria basicamente envolve divulgação e publicidade, mas, infelizmente, esse é um trabalho que nem sempre é reconhecido ou valorizado.

Andei pensando muito nessas questões de modo bem geral, principalmente diante de algumas situações que vivenciei. Coincidentemente, o Clóvis, do blog De Frente com os Livros, publicou no mês passado um vídeo falando justamente sobre esse assunto. Lá ele comenta bem detalhadamente sua visão sobre as parcerias com foco nas editoras. Por isso, eu o chamei para que ele possa, junto a mim, comentar resumidamente sobre situações na qual a maioria de nós vive cotidianamente. Então veja abaixo nossas inquietações, e não deixe de conferir também o vídeo do Clóvis. Basta clicar AQUI.

Imagem: Google.

Fran: Eu não tenho cacife para falar sobre parcerias entre blogs e editoras. No geral, não concorro repetidamente às seleções anuais, além de nunca ter tido nenhuma controvérsia com aquelas que colaboram com o UL. Por isso, meu questionamento hoje se atém aos autores.

Sempre vi a blogosfera como um espaço de extrema importância para os escritores iniciantes. Somos nós, blogueiros, muitas vezes os responsáveis por difundir o trabalho deles. Mas algo me chateia em todo esse processo... 

Infelizmente, presencio muitos autores estabeleceram suas parcerias, enviarem seus livros e só. Seu material foi lido e divulgado, porém...  será que é só isso mesmo que importa? Será que conquistar o seu colega parceiro, manter contato, mostrar-se sempre à disposição para eventuais projetos em comum não conta? Para mim conta mais que o envio de um livro...

Não quero soar mal agradecida, até porque é muito bacana quando o autor tem condições de enviar seu material e confia em você para avaliar aquele trabalho. Apenas não acho que uma parceria neste sentido se trate apenas do envio de uma obra para resenha. Existem outras formas de trabalhar em conjunto, afinal, temos o mesmo interesse: descobrir novos talentos, novas histórias e disseminar o hábito pela leitura. 

Não adianta enviar um livro, impresso ou digital, e esquecer que o blogueiro existe. Nosso trabalho, na maioria das vezes, é gratuito, mas, mesmo assim, estamos sempre felizes em acatar essa tarefa. E o que nós ganhamos com isso? A alegria de servir àqueles que prestigiam o nosso trabalho; que no incentivam, mantêm contato e que nos acompanham. Porque isso sim é parceria.

Clóvis: Eu já falei muito sobre a relação que existe entre as editoras e os blogs literários no vídeo acima citado, e já que a Fran comenta sobre o contato do autor e o blogueiro, complemento a sua opinião falando também das parcerias entre blogs.

O objetivo desse contato é o mesmo que o conceito de parceria propõe, contudo, partimos do pressuposto que haja uma maior cumplicidade entre dois blogueiros, por fazerem um mesmo trabalho intimista, voluntário e criativo. Essa seria uma ótima forma de propagação de conteúdo de várias páginas bacanas na internet, se não fosse pela mercantilização da divulgação barata do "segue-de-volta?".

Concordo com a Fran no quesito de os autores precisarem florecer para buscar um maior contato com quem escreve sobre seus livros e os divulga, mas ainda acho que esse é um modo mais fácil de atestar que você produz um material de qualidade e que seus escritos estão atingindo um maior número de pessoas, já que não precisamos fazer seleção para que alguém entre em contato conosco.

Esse é um assunto que renderia um livro se parássemos para comentar sobre cada detalhe de sua complexidade, mas o que é importante tirar como moral da história é que parcerias são sempre bem-vindas, desde que utilizadas da forma correta; é dizer, com reciprocidade, respeito à individualidade e realidades de ambos os interessados e boa comunicação.


E você, já pensou no assunto?

Se tem uma coisa que me faz feliz, é saber que o meu ~simplório~ trabalho aqui é acompanhado por pessoas bem diferentes. E é ainda mais gratificante quando aqueles que você nem imagina, te incentiva, valoriza o que você faz e, consequentemente, te reconhece. Foi mais ou menos isso que aconteceu com a nova parceria do blog: a Editora Guarda-Chuva




A Guarda-Chuva renasceu em 2010, quando foi adquirida pelo Grupo Versal Editores. Atualmente, além de uma seleção de títulos sobre comportamento e questões contemporâneas, a editora tem dado vez à literatura, indo dos clássicos à nova geração de escritores e artistas. Isso sem contar nos investimentos em projetos inovadores e de excelência gráfica. Para eles, inclusive, esse é o grande desafio: dar voz ao novo e renovar o velho. 

A editora promete ainda falar para o público jovem, seja através da literatura, dos livros de arte, de comportamento ou lifestyle. Seja no campo da ficção ou da não-ficção, a busca por conteúdo e formas inovadoras é a marca registrada dessa nova fase da editora.

Estou muito feliz pela nova parceria, principalmente pela oportunidade de crescermos juntos. Por isso, quero agradecer a confiança da editora, e dizer que será um prazer florescer em conjunto. Aproveito a oportunidade também para deixar abaixo alguns títulos da Guarda-Chuva, para que você possa ir se familiarizando com o trabalho deles.

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Este é um livro sobre amor, por Paula Gicovate

Ella, personagem central do primeiro romance de Paula Gicovate, narra episódios marcantes de sua vida amorosa, construída a partir de quatro relacionamentos com homens de personalidades distintas e atitudes que provocam no leitor uma série de sensações reconhecíveis. Longe dos clichês onipresentes em obras que abordam o universo do amor, sua leitura provoca reflexões e identificações inevitáveis com as situações vivenciadas pela narradora. Não por acaso, o escritor Paulo Scott usa o termo "acerto de contas" para descrevê-lo. O fim de um relacionamento longo deixa como tarefa inevitável esse juntar de cacos, essa ruminação do passado compartilhado para que dele se extraia algum porquê.


O pintor de letreiros, por R. K. Narayan

Estamos em Malgudi, uma pequena e efervescente cidade no Sul da Índia, onde a pureza da cultura tradicional indiana une-se ao anseio por integração ao mundo moderno e global. Um fio conecta a vida de toda a comunidade: os letreiros de Raman. Do advogado ao comerciante, do sacerdote ao charlatão, é a escrita que os une.
A fértil imaginação de Raman mistura-se às suas certezas, fazendo-o cair em frequentes contradições, que geram situações embaraçosas e hilariantes. Porém, a metódica rotina do pintor de letreiros é rompida com a chegada de uma forasteira. Idealista e determinada, ela contrata seus serviços e o envolve numa viagem cheia de aventuras. Raman realiza um duplo percurso, com geografias bastante diversas: a atribulada viagem num carro-de-boi e o mergulho insidioso pelos meandros da paixão e do romantismo.


A festa é minha e eu choro se eu quiser, por Maria Clara Drummond

Davi, o narrador do livro de estréia da jornalista carioca Maria Clara Drummond, sabe exatamente o que está atraindo para sua vida quando aceita uma proposta de emprego irrecusável e se muda do Rio de Janeiro para São Paulo. À medida que sua carreira deslancha, a angústia e as incertezas aumentam. Sua necessidade de estar dentro da cena e fora dela, de querer participar do universo glamouroso que sua fama recém adquirida lhe proporciona, ao mesmo tempo que despreza o mundo de festas e drogas, e sua dualidade diante do futuro tornam Davi um narrador cativante. Indo além da crise existencial dos vinte e poucos anos, em meio a anti-depressivos, vernissages e bebedeiras, Davi está ciente do processo pelo qual passa, levando também o leitor para dentro dessa jornada.

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Para saber mais novidades da editora, acesse o www.editoraguardachuva.com.br
Em breve, mais novidades!
Abraços,

Título: Eleanor & Park
Autor: Rainbow Rowell
Edição: 2014
Editora: Novo Século
Páginas: 328
ISBN: 9788542801255
Nota: 3 de 5

SINOPSE: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Comentários:

A chegada dos livros da americana Rainbow Rowell tem provocado o maior rebuliço no universo literário – devemos levar em consideração que seu foco tem sido o jovem-adulto, público este que vem se mostrando em ascensão. De todas as tramas publicadas, Eleanor & Park foi a que mais me interessou, a priori, principalmente diante de tantos comentários positivos na blogosfera literária. Mas foi graças ao projeto Leitura Compartilhada, realizado em parceria com os blogueiros Clóvis e Érika, que eu atestei que a aceitação universal nem sempre conta com a minha.

Eleanor é ruiva, gordinha e meio depressiva; Park é descendente de coreano, um pouco reservado e muito romântico. Apesar de diferentes, eles acabaram se apaixonando após algumas idas e vindas no ônibus escolar, mas levar um romance aos dezesseis anos, ainda mais com as adversidades impostas pela conturbada família dela, tornou-se algo bastante conflituoso.

Mesmo assim, ambos viveram um romance avassalador (para eles). Para Park, Eleanor é como o ar, essencial para a sua existência; para Eleanor, Park é a pessoa que a descobriu, seu grande e primeiro amor. E assim segue a história, mostrando a construção e o amadurecimento do romance. Isso, inclusive, deu lugar ao bullying e aos conflitos familiares indicados na sinopse, e até mesmo no início do livro (essas questões são apenas pinceladas).

Seguem algumas considerações: mesmo que a história se passe em 1986, eu achei os personagens principais muito bobos para a idade deles. Além disso, o relacionamento em si é um pouco exagerado, assim como vários outros elementos do livro. Todo mundo é apático em relação ao que Eleanor vive na casa dela, ao mesmo tempo em que são indiferentes ao fato dela sempre estar na casa dele, todos os dias. Ninguém descobre nada ou tenta resolver as situações complexas que surgem. O enredo, no geral, não evolui. Até o romance deles acabam empacando em dados momentos.

Apesar disso ei gostei muito da escrita da autora e da estrutura adotada por ela. Os capítulos são narrados em terceira pessoa, mas a todo momento há uma mescla de percepções, migrando de Eleanor a Park, o que deu um dinamismo bem bacana ao livro. Saliento ainda as muitas referências que Rainbow faz às coisas da época, que vão de músicas a quadrinhos. São estratégias para que o leitor se identifique com a trama, e isso dá super certo.

Porém, mesmo assim, eu me senti bem frustrada. Existem pontos positivos, como já citados acima – acrescidos aos poucos personagens que te conquistam pela vivacidade que eles possuem (a exemplo da família do Park, que é maravilhosa) –, mas no geral não há nada de extraordinário. Além do péssimo desfecho, as questões trabalhadas no gênero jovem-adulto deram lugar a um dramático romance adolescente, o que para mim soou como um livro infanto-juvenil.

Enfim, eu esperava bem mais desta história, ainda mais porque ela parece ter tocado muita gente. Mas para mim foi o contrário: o romance não tem nada de novo, e a trama deixa muitas pontas soltas. Recomendo para quem está procurando um passatempo bem levinho, ou um entrenimento para se distrair.

Para conferir mais comentários sobre o livro pautado, assista abaixo o vídeo da 2ª edição do nosso projeto. Nele você também irá saber qual será o título da nossa próxima Leitura Compartilhada.




A entrevista de hoje é com a gaúcha Raquel Machado. Ela tem 29 anos, é formada em Ciência da Computação e ama escrever. Adora cinema, teatro, filmes em geral e é fanática por livros. A Raquel também é autora do blog Leitura Kriativa, lugar onde divulga sua obra Vingança Mortal, publicada em 2014. Confira abaixo a nossa conversa completa.

Imagem: Arquivo pessoal.

Universo Literário: Raquel, sua paixão pela literatura nasceu quando você ainda era uma criança. Mas como exatamente você descobriu ser uma aspirante a escritora?
Raquel Machado: Na verdade, a Raquel Escritora nasceu antes mesmo da Raquel Leitora. Desde criança eu gostava de escrever histórias. Ainda lembro que as primeiras delas eram relacionadas a animais falantes em quadrinhos... tenho até guardada uma que escrevi quando tinha 12 anos. Ela é cheia de desenhos e pintada com lápis de cor. Escrever para mim é um processo tão natural como respirar... acho que farei isso até o fim dos meus dias.

UL: Mesmo apaixonada pelas letras, você decidiu fazer faculdade de Ciência da Computação. Poderia nos contar como é lidar com suas áreas diferentes?
RM: Eu sempre fui ligada a área das artes. Comecei a fazer teatro quando ainda tinha 9 anos, e já passei pela dança, por corais, e agora estou me aventurando na literatura. Porém, sempre tive ciência que sobreviver de arte no nosso país é para pouquíssimas pessoas. Infelizmente a cultura não é algo que seja muito valorizado por aqui, então quando fui prestar vestibular decide optar pela área das exatas, pois é algo que também gosto de fazer. Pensei que teria um retorno financeiro melhor para que assim eu pudesse continuar com os meus hobbys sem muitas preocupações financeiras.

UL: Atualmente, escrever é só um hobby, ou você faz disso um trabalho? Como é ministrado seu tempo para a escrita?
RM: Posso dizer que estou levando mais a sério a escrita desde que lancei meu livro. Inclusive, estou tentando me programar para me disciplinar melhor nos meus horários de escrever, pois anteriormente fazia isso somente quando tinha vontade, porém, agora tenho toda a parte de marketing para correr atrás, e sendo autora independente isso é realmente complicado. Então posso dizer que ultimamente estou começando a considerar a escrita como realmente um trabalho.

UL: Vingança Mortal, cuja trama gira em torno de temas polêmicos como drogas, intrigas e traição, é o seu primeiro livro lançado. Por que trabalhar essa temática? Quais surpresas o leitor encontrará nesta história?
RM: Escrevi o Vingança Mortal quanto tinha 16 anos. Na época eu queria escrever um suspense com reviravoltas e com temas polêmicos. Minha história gira em torno do acidente de Nicole... ao ler meu livro o leitor irá descobrir que ninguém realmente é o que aparenta ser, e que todos escondem segredos, sendo alguns fatais.

UL: E como tem sido a receptividade dos leitores?
RM: A melhor coisa até o momento. Foi o feedback dos leitores que me fez pensar em realmente levar a sério minhas histórias. O melhor presente que posso receber é um elogio ao meu livro... isso faz com que tudo valha a pena.

UL: Quais foram as principais dificuldades enfrentadas para a publicação deste livro?RM: Infelizmente ainda não temos tanto espaço quanto gostaríamos no mercado brasileiro. A primeira e principal delas com certeza é a financeira, pois nós autores temos que investir muito para tornar esse nosso sonho uma realidade. Além disso, temos que contar com muita divulgação e sorte para que os leitores se agradem com nosso trabalho.

UL: Já existem planos para futuros lançamentos?
RM: Sim. Estou com várias ideias em mente e preciso urgentemente me focar em uma delas, para que pelo menos uma saia ainda esse ano. Tenho um projeto chamado Histórias do Povo, que será uma coletânea de contos relacionados ao dia-a-dia das pessoas, onde o próprio leitor poderá escolher o final. Nela vamos ter questões como: Caso ou compro uma bicicleta? Sigo a dieta ou me acabo nos doces? Acho que vai ser muito interessante.

UL: Desde 2010 você comanda o blog Leitura Kriativa, certo? De que modo ele contribui para a sua carreira no ramo da escrita?
RM: O blog me ajudou de diversas formas: Primeiro, nas resenhas que publico, que são sim um ótimo  treinamento para escrever melhor; segundo, posso citar a própria leitura que me permitiu conhecer outros gêneros e outros autores, auxiliando ainda na inspiração e criatividade. E também tem o fato de entrar em contato com outras pessoas que também são encantadas pelo mundo da literatura, e que me ajudaram muito a divulgar o meu livro.

UL: Qual seu autor favorito, e o que você tem lido atualmente?
RM: Essa é uma pergunta muito difícil. Tenho vários autores que admiro em diferentes áreas, mas posso citar alguns: Stephen King, Sidney Sheldon, Nora Roberts, Meg Cabot, Rick Riordan. Entre os nacionais posso citar: Paula Pimenta, Marina Carvalho, Carina Rissi, Shirlei Ramos, Ana Lemos. Ultimamente tenho lido muitos livros nacionais e tenho me surpreendido cada vez mais com a qualidade das nossas histórias. O último livro que li foi da autora Ana Lemos, que se tornou minha ídola... amei a linda forma como ela escreveu "Sempre foi Você"... e hoje estou lendo o livro "O pecado não mora ao lado", da autora nacional Marcia Pavanello, e também estou muito feliz com o que encontrei nele. Por isso, posso dizer, principalmente para quem ainda não tentou: LEIA LIVROS NACIONAIS! Eles são tão bons ou até mais do que os que vem de fora.

UL: Ser escritora é?
RM: Deixar seus sonhos fluírem através das linhas em um papel.

UL: Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do blog?
RM: Só tenho a agradecer a todos até o momento. Cada mensagem recebida é um grande incentivo para mim, afinal, se vocês leitores não existissem, não existiria o trabalho de nós autores. Quero convidar também a todos que gostam de um bom suspense a conhecer minha história... vou adorar conversar com todos.


Confira os contatos da autora:
- Blog:  leiturakriativa.blogspot.com.br