O vídeo de hoje é, na verdade, um relato sobre como foi participar de uma maratona literária (a primeira que faço através do blog, inclusive) com desafios e tudo que se tem direito. Estou me referindo a Vedatona, do qual falei um pouco mais anteriormente. :)
Espero que você goste, e que se sinta motivado a se desafiar!
O primeiro unboxing do canal será de um livro maravilhoso lançado pela Editora Intrínseca no segundo semestre do ano passado. Estou falando de S., o incrível quebra-cabeça literário criado por JJ Abrams e Doug Dorst.
Para quem não sabe, eu tenho um forte apreço por JJ Abrams. Simplesmente porque ele criou e produziu as minhas séries de TV favoritas. Isso mesmo que você está pensando! LOST, ALIAS e FRINGE (sem contar a que está sendo exibida atualmente, Person of Interest)... por muitos anos esses seriados foram minhas grandes fixações.
Quando eu soube que ele estava envolvido em um projeto literário, fiquei transtornada. É típico do JJ criar coisas foram do comum, sem cronologia ou com uma gama nada convencional de personagens protagonistas... tinha certeza que com um livro não seria diferente.
Depois de esperar por uma média de 2 anos, para que toda a adaptação necessária para o português pudesse ser feita, eis a Intrínseca nos presenteia com o intrigante S. Ainda assim, precisei esperar mais alguns meses para adquirir o meu. Em partes por conta do preço, devo admitir.
De início ele começou a ser vendido por R$99,90. Na realidade, esse é o preço que ele possui em tabela, mas os valores costumam oscilar de loja para loja. Eu consegui comprá-lo por R$63, em uma promoção na Saraiva On-line. Sei que isso causa aversão para muitos, mas garanto a vocês que o livro vale cada centavo.
E para provar isso, resolvi gravar um unboxing do livro mostrando alguns detalhes de como ele é por dentro. Sei que no youtube existem diversos vídeos semelhantes, mas esta é a minha experiência e eu queria muito compartilhar isso com vocês. Portanto, espero que curtam a ideia!
Estou muito feliz por ter adquirido o S., e estou super ansiosa pela leitura (que, aliás, não tarda a acontecer). Vocês ainda vão ler muitas coisas sobre este livro por aqui... aguardem!!!
Hoje eu estou aqui para falar de um assunto recorrente neste blog: desapego. Pelo terceiro ano seguido venho executando essa prática que me faz refletir muito sobre a forma de consumo que nós, leitores, temos. Um hábito que às vezes causa estresse devido ao que eu costumo chamar de precipício de leituras que nunca serão concluídas.
No vídeo eu comento por qual motivo eu pratico o desapego, e ainda mostro as obras que recentemente separei para doação e troca. Espero que você goste, e que se sinta inspirado a fazer o mesmo. Garanto que os resultados são os melhores possíveis.
Uma grande amiga e prima distante, a Natália Dantas, esteve de passagem em Aracaju devido as festividades de fim de ano. Antes de chegar na terrinha, conversei com ela sobre uma ideia que tive: de realizarmos uma troca de livros para leitura. E que isso deveria ser surpresa. Sim, sim! Irei explicar...
Ela deveria olhar para a sua estante e escolher um livro do qual ela julga que eu irei gostar ler, e eu teria que fazer o mesmo. Quando ela estivesse por aqui, nós faríamos a troca. A ideia é que a gente realize a leitura desse determinado livro ainda neste ano de 2016. Ou seja, a troca é somente para leitura.
Coincidentemente, decidimos fazer a troca no dia do leitor, comemorado em 7 de janeiro. Para ficar mais divertido, nós acabamos gravando um snapchat... como sei que muitos de vocês não usam o aplicativo, revolvi compartilhar a brincadeira por aqui. Espero que gostem!
Tomara que a escolha da Naty me emocione tanto quando eu acho que irá emocionar. Não vejo a hora de conferir... a capa desse livro não é linda!? Ai ai...
Um beijo, e até a próxima!
Resolvi compartilhar com vocês o meu mini projeto de leitura para este mês. Para isso, gravei um vlog bem simples cujo propósito é comentar e mostrar melhor os livros que separei. Espero que gostem. :)
Livros do projeto:
O Rouxinil - Kristin Hannah;
O Diário de Anne Frank - Anne Frank;
O Menino dos Fantoches de Varsóvia - Eva Weaver;
Toda Luz Que Não Podemos Ver - Anthony Doerr.
Livros extras (e-book):
O Homem que Venceu Auschwitz - Denis Avey;
Depois de Auschwitz - Eva Schloss;
A Bibliotecária de Auschwitz - Antonio G. Iturbe;
É Hora de Falar - Helen Lewis;
Os Bebês de Auschwitz - Wendy Holden.
E vocês, estão executando (ou ainda pretendem) algum projeto pessoal de leitura?
Beijos,
SINOPSE: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.
Comentários:
A chegada dos livros da americana Rainbow Rowell tem provocado o maior rebuliço no universo literário – devemos levar em consideração que seu foco tem sido o jovem-adulto, público este que vem se mostrando em ascensão. De todas as tramas publicadas, Eleanor & Park foi a que mais me interessou, a priori, principalmente diante de tantos comentários positivos na blogosfera literária. Mas foi graças ao projeto Leitura Compartilhada, realizado em parceria com os blogueiros Clóvis e Érika, que eu atestei que a aceitação universal nem sempre conta com a minha.
Eleanor é ruiva, gordinha e meio depressiva; Park é descendente de coreano, um pouco reservado e muito romântico. Apesar de diferentes, eles acabaram se apaixonando após algumas idas e vindas no ônibus escolar, mas levar um romance aos dezesseis anos, ainda mais com as adversidades impostas pela conturbada família dela, tornou-se algo bastante conflituoso.
Mesmo assim, ambos viveram um romance avassalador (para eles). Para Park, Eleanor é como o ar, essencial para a sua existência; para Eleanor, Park é a pessoa que a descobriu, seu grande e primeiro amor. E assim segue a história, mostrando a construção e o amadurecimento do romance. Isso, inclusive, deu lugar ao bullying e aos conflitos familiares indicados na sinopse, e até mesmo no início do livro (essas questões são apenas pinceladas).
Seguem algumas considerações: mesmo que a história se passe em 1986, eu achei os personagens principais muito bobos para a idade deles. Além disso, o relacionamento em si é um pouco exagerado, assim como vários outros elementos do livro. Todo mundo é apático em relação ao que Eleanor vive na casa dela, ao mesmo tempo em que são indiferentes ao fato dela sempre estar na casa dele, todos os dias. Ninguém descobre nada ou tenta resolver as situações complexas que surgem. O enredo, no geral, não evolui. Até o romance deles acabam empacando em dados momentos.
Apesar disso ei gostei muito da escrita da autora e da estrutura adotada por ela. Os capítulos são narrados em terceira pessoa, mas a todo momento há uma mescla de percepções, migrando de Eleanor a Park, o que deu um dinamismo bem bacana ao livro. Saliento ainda as muitas referências que Rainbow faz às coisas da época, que vão de músicas a quadrinhos. São estratégias para que o leitor se identifique com a trama, e isso dá super certo.
Porém, mesmo assim, eu me senti bem frustrada. Existem pontos positivos, como já citados acima – acrescidos aos poucos personagens que te conquistam pela vivacidade que eles possuem (a exemplo da família do Park, que é maravilhosa) –, mas no geral não há nada de extraordinário. Além do péssimo desfecho, as questões trabalhadas no gênero jovem-adulto deram lugar a um dramático romance adolescente, o que para mim soou como um livro infanto-juvenil.
Enfim, eu esperava bem mais desta história, ainda mais porque ela parece ter tocado muita gente. Mas para mim foi o contrário: o romance não tem nada de novo, e a trama deixa muitas pontas soltas. Recomendo para quem está procurando um passatempo bem levinho, ou um entrenimento para se distrair.
Para conferir mais comentários sobre o livro pautado, assista abaixo o vídeo da 2ª edição do nosso projeto. Nele você também irá saber qual será o título da nossa próxima Leitura Compartilhada.
SINOPSE: Bernadette Fox é notável. Aos olhos de seu marido, um guru tecnológico da Microsoft e rock star do mundo nerd, ela se torna mais maníaca a cada dia; para as demais mães da Galer Street, escola liberal frequentada pela elite de Seattle, ela só causa desgosto; os especialistas em design ainda a consideram uma gênia da arquitetura sustentável; e Bee, sua filha de quinze anos, acha que tem a melhor mãe do mundo.
Até que Bernadette desaparece do mapa. Tudo começa quando Bee mostra seu boletim (impecável) e reivindica a prometida recompensa: uma viagem de família à Antártida. Mas para Bernadette, que ojeriza a Seattle e às pessoas em geral, uma viagem ao extremo sul do planeta é uma perspectiva um tanto problemática.
Para encontrar sua mãe, Bee compila e-mails, documentos oficiais e correspondências secretas, buscando entender quem é essa mulher que ela acreditava conhecer tão bem e o motivo de seu desaparecimento. Sem sentimentalismos, mas com muita empatia, Cadê você, Bernadette? trata do amor incondicional de uma filha por sua mãe imperfeita.
Comentários:
Cadê Você Bernadette?, escrito pela romancista Maria Semple, é um livro extremamente peculiar! Particularmente falando, sua narrativa incomum me proporcionou uma nova experiência de leitura; uma experiência que acabou indo além, e que me agradou em vários sentidos. E é bom estar aqui para contar a vocês em que sentido minhas expectativas foram gratificadas.
Bernadette Fox tem sérios problemas com as pessoas; ela faz qualquer coisa para evitá-las. Quando sua filha, Bee, a pede de presente uma viagem (em família) para a Antártida, inicia-se uma saga de acontecimentos, trapalhadas e maus entendidos que fazem da nossa protagonista uma anti-heroína... tudo porquê Bernadette é uma antissocial assumida.
Esses incidentes, por sua vez, levam ao seu desaparecimento, e é junto a Bee que, aos poucos, vamos descobrindo o que realmente aconteceu. A menina, com um incrível instinto de detetive, vai unindo vários documentos que nos dão a chance de juntar os fatos que ocorreram antes, durante e depois do sumiço de Bernadette. Em resumo trata-se de um livro dentro de um livro, proposta que acabou deixando a narrativa mais descritiva... e incrivelmente instigante.
Maria Semple criou um enredo singular: múltiplos gêneros (cartas, e-mails, SMS, boletins do FBI, diálogos, palestras, etc), fatos reais em meio ao irreal, personagens secundários que são destaques (e inclusive fundamentais para que haja a devida compreensão sobre a personagem principal) e muito sentimentalismo. Tudo isso desenvolvido sob forte humor. A autora foi muito criativa e ousada, pois mesmo com uma narrativa tão rica, ela conseguiu ser coerente do início ao fim.
Uma das coisas mais legais que a trama nos passa é a intensa relação de mãe e filha que Bernadette e Bee compartilham – uma devoção que nos faz torcer por elas. Outra lição retirada neste livro é que maus entendidos e falta de comunicação podem nos colocar em muitas ciladas... Bernadette passou por muita coisa complicada, e parte delas se deve às suas trapalhadas e confusões.
Infelizmente, como nenhuma obra é totalizada, eu não curti muito a resolução do desaparecimento. Sinceramente, achei tudo muito fantasioso e improvável. Além disso, confesso que achei algumas partes um pouco monótonas (a obra é dividida em oito), mesmo que sejam fundamentais. Claro que toda a obra compensa, até porque o desfecho (capítulo final) traz uma sensação de missão cumprida – além da obra ser muito bem inscrita.
Por essas e outras eu super recomendo o livro. Não se trata de uma história de mulherzinha. Você vai se envolver, vai rir, vai se tornar um(a) tiete de Bernadette, vai idolatrar a autora por sua genialidade e vai querer reler essa trama mais vezes. Pois é. Um verdadeiro e delicioso quebra-cabeça que todo mundo deveria conhecer.
A leitura deste livro é resultado do projeto 'Leitura Compartilhada', em parceria com o Clóvis Marcelo (De Frente Com os Livros) e a Érika (Relicário). Confira no vídeo abaixo mais algumas considerações sobre a história pautada, e saiba mais sobre nosso o projeto. Em abril voltaremos com mais uma edição, desta vez sobre Eleanor e Park, de Rainbow Rowell.
No vídeo de hoje eu repondo a "tag da minha vida", recomendada pela Gabriela Cerutti, do blog Constantes e Variáveis. A brincadeira, que consiste em falar sobre as coisas que mais marcaram/marcam nossas vidas, foi criada pelo Filipe Laia, do Books Ever. Regras gerais:
- Responder todos os itens.
- Ilustrar ou não fica a critério do blogueiro.
- Indicar 3 pessoas para responder.
- Colocar este parágrafo de regras em seu post.
Resenhas citadas no vídeo:
- O Caçador de Pipas (Khaled Hosseini): migre.me/oVWgV
- A Ascensão do Governador (Robert Kirkman e Jay Bonansinga): migre.me/oVWjL
- O Caminho Para Woordbury (Robert Kirkman e Jay Bonansinga): migre.me/oVWlM
- O Duque e Eu (Julia Quinn): migre.me/oVWqe
- O Visconde Que Me Amava (Julia Quinn): migre.me/oVWqM
- Um Perfeito Cavalheiro (Julia Quinn): migre.me/oVWrn
- Os Segredos de Colin Bridgerton (Julia Quinn): migre.me/oVWsf
Não farei indicações. Ao invés disso, sinta-se tageado, ou responda nos comentários qual o livro/séries/filmes que mais te marcou!
Até mais!
Pessoal, hoje estou bastante animada! Acabei de publicar um vídeo novo no canal, só que, diferente dos anteriores, este está mais profissional – contei com a ajuda de muita gente para isso (cinematógrafo, editor, colegas que me ajudaram a pensar no tema, etc.). Muita coisa ainda precisa ser repensada (e melhorada também!), mas eu acredito que aos poucos as barreiras serão vencidas, assim como a proximidade que tanto almejo ter com vocês será alcançada da forma que eu espero.
Bom, a escolha pelo formato talkshow se deu pela ideia de descontração. Vamos ver se vocês gostam deste primeiro teste, cuja discussão focou na ''ascensão dos vlogs em detrimento dos blogs''. Será que o "boom" do vlogs, surgidos através da blogosfera, estão ameaçando a popularização dos blogs? Questões como funções, recepção, conteúdo, trabalho de edição e objetivos de ambas as mídias também serão discutidos aqui. Para tratar sobre o assunto eu recebi o Clóvis Marcelo, do blog De Frente Com os Livros, e o Ronaldo Gomes do Livro Sobre Livro.
Apreciem, opinem a respeito e comentem o que vocês acharam do vídeo/ideia. Tá um pouquinho longo, mas vale a pena. E repassem o tema adiante, também. Acho importante discutirmos isso de forma integrada. Aproveitem e acessem o canal do blog, que está arrumadinho e a espera da presença de vocês. ;)
Eu havia feito esse filme ainda em dezembro do ano passado, mas como não havia gostado muito do resultado, acabei nem publicando. Após tentar algumas edições enfim decidi publicá-lo, mesmo que o vídeo não faça jus ao conteúdo do livro; mesmo que eu não tenha conseguido expressar a total satisfação que eu tive ao ler o incrível "O Capítulo do Julian", de R. J. Palacio.
Mais de 1 milhão de leitores já se encantaram com Extraordinário e a bela história de Auggie Pullman – um garotinho de feições incomuns que tem pela frente uma difícil missão: convencer as pessoas de que, apesar da aparência, é uma criança igual a qualquer outra.
Agora todos terão a chance de saber o que se passa na cabeça do personagem mais controverso do romance: Julian, o menino que lidera a cruzada de bullying contra Auggie. Por que Julian trata Auggie tão mal? Será que ele pode ser perdoado?
Em O capítulo do Julian R. J. Palacio faz uma comovente incursão no mundo de uma criança que tem o coração muito maior do que seus atos de bullying e crueldade podem fazer mostrar, mas precisa de ajuda para enxergar isso.
Confira meu video e acesse minha sobre Extraordinário. ;)
Um dia eu ainda consigo gravar um vídeo decente. Prometo!
Até a próxima!
Então... é com muito prazer (e vergonha) que eu divulgo meu segundo vídeo para o nosso canal. \õ/ Infelizmente ele só está sendo publicado com quase um mês de gravado (graças a alguns problemas com a internet da minha casa nesse meio tempo ¬¬'), portanto, ignorem as leituras e referências desatualizadas.
Peço desculpas também pelos erros e divagações (zzZZzZzzZ)... eu realmente tenho sérios problemas em falar tranquilamente em frente às câmeras (TSC). De qualquer modo, eu espero que gostem.
Não sei se consegui, por fim, transmitir e promover o que eu pretendia com este vídeo. Por isso, venho por meio de algumas palavras sintetizar a moral dessa minha história toda: estou aqui para (tentar) acabar um pouco com o preconceito que os e-books sofrem, e ofertar meu selo de aprovação ao kindle. O aparelho é muito legal e convidativo. Até para mim, que tanto resisti, foi uma experiência surpreendente. Indico!
Sem mais delongas, vamos ao (trágico) vídeo. E sigam o nosso canal no youtube! ;)
Venha conferir minhas impressões sobre o romance juvenil de José Mauro de Vasconcelos, ''O Meu Pé de Laranja Lima''. E não esqueça de seguir o nosso canal do Youtube. :)
Estou de volta com mais um vídeo sobre clássicos da literatura universal. Dessa vez escolhi um livro de distopia, tema que gosto muito, por isso espero que vocês curtam minha resenha. Bem, vamos lá!?
Estamos dando início hoje a um novo projeto no Universo Literário. Este consiste em vídeos mensais acerca de clássicos ou livros antigos que merecem ser lidos por várias gerações. Este é um espaço para uma vertente literária pouco explorada no blog, mas igualmente interessante. A depender da repercussão, e a medida que o nosso canal for se expandindo (finalmente temos um, hein!), novidades irão surgindo, portanto, fique ligado! A proposta é interagir com vocês de um modo diferente e ainda mais dinâmico.
O Vlog Literário marca a minha volta para a famíliaUL, desta vez como colunista. Aguardo os comentários de vocês sobre meu primeiro vídeo, de críticas a opiniões. Será tudo muito bem-vindo!