Foto: Arquivo pessoal.
A entrevista hoje é com a autora de Coração Artificial. Estou falando de Viviane Ribeiro, a  mineira de 26 que está se formando em Letras, e que sonha em inspirar as pessoas através dos seus personagens. Mas, vejam bem, ela não se considera uma escritora, mas sim uma contadora de histórias. Confira abaixo a nossa conversa e conheça um pouco do trabalho da Vivi.  :))

Universo Literário: Viviane, conte-nos um pouco sobre você. Quando nasceu sua paixão pela escrita?
Viviane Ribeiro: Foi em 2010, quando escrevi meu primeiro livro (mas não foi publicado). Depois desse, escrevi Coração Artificial, em 2011, mas só o considerei definitivamente pronto em 2014. Foi então que acabei acreditando mais no último do que no primeiro. Mas antes de amar escrever eu amava imaginar, e foi o que me trouxe até aqui.

UL: E a leitura? De que modo ela se insere em seu trabalho como escritora?
VR: Eu definitivamente leio mais do que escrevo. Escrever, assim como ler, é divertido, mas escrever é um "trabalho", e ler me deixa mais relaxada. Sem contar que lendo outros livros me traz vocabulários novos e me ajuda a formular períodos melhores, isto é, faz com que escrever e imaginar seja mais fácil.

UL: Coração Artificial é o seu primeiro livro lançado. Como foi a produção do mesmo, e quanto tempo levou para finalizá-lo?
VR: Foram três anos, mas não escrevendo; gasto mais tempo na edição. O momento que eu o considerei pronto foi quando eu decidi publicá-lo na Amazon, mas que acabou ficando só alguns dias, pois logo recebi a resposta da Editora Multifoco para fazer a publicação com eles. Durante esses três anos, por todos os finais de semana, eu mexi no livro e não fiquei um dia sequer de folga sem revê-lo. Normalmente, alguém enjoaria de ler a mesma coisa sempre, mas o engraçado é que nunca me senti assim. Acho que sou até capaz de citar algumas coisas de cor. E talvez ficar muito tempo perto de seus personagens te ajuda a entendê-los melhor.

UL: Você se considera uma contadora de histórias. O que você deseja passar aos leitores com Coração Artificial?
VR: Eu gosto de livros que inspiram, e foi isso o que eu tentei fazer com Coração Artificial. Não fui apelativa. Dei dicas, mas no final o que o leitor disser será aquilo que eu quis dizer. Veja bem, nesse livro eu falei de tudo aquilo que me incomoda, que me assusta e que me fascina. Não sei em outros livros que eu vier a escrever, mas nesse tem toda a minha visão de mundo. E estando aqui do outro lado, eu vejo que minhas preocupações são as mesmas que de outras pessoas. Enfim, com Coração Artificial cada um conta a sua versão. A minha versão, para os jovens, é que existe outro caminho. Para os não tão jovens, também quis mostrar que ainda existe outro caminho. É claro que existem mensagens; mas eu estragaria a brincadeira se impusesse algumas delas.
 
UL: Quais dificuldades você encontrou no processo de publicação do livro?
VR: Antes eu não tive nenhum problema. Mas depois eu fiquei muito decepcionada, porque eu sou uma escritora estreante e meus livros não são acessíveis. No lançamento do livro, onde tive que pagar a parte da editora, eu o vendi por um preço abaixo do que paguei, porque senão ninguém pagaria por eles  - e que ainda assim ficaram caros (além disso, pelo preço que paguei, os livros foram mal acabados, e fizeram com que as pessoas que compraram os livros reclamassem que sobre as folhas soltaram). Mas depois a decepção passou, já que a recompensa valeu as frustrações.
 
UL: Fazer faculdade de letras contribui em que sentido para a produção de um livro?
VR: Nas Letras tudo contribui a favor de um escritor e a favor de um leitor, absolutamente tudo. São as teoria literárias, são as análises, as viagens; tudo. Além de o conhecimento morfossintáxico ser uma boa ajuda para o escritor. Mas sabe de uma coisa? Nas Letras rola muito preconceito literário. Literatura para eles não é o mesmo que literatura para nós. Mas tirando isso é tudo o que uma pessoa que escreve e lê precisa.
 
UL: Como é conciliar blog, faculdade e trabalho, e ainda ter tempo para escrever?
VR: Às vezes nem eu sei como consigo. rs. Mas quanto a escrever, eu levo um caderno na bolsa que eu escrevo na pausa entre o trabalho e a faculdade, e quando me falta imaginação na sequência das cenas, eu leio ou estudo (mas leio mais que estudo). E nos finais de semana eu fico no computador trabalhando na divulgação do livro e assistindo filmes, procurando por novos livros para ler e assistindo séries coreanas e animes, porque os asiáticos são os melhores em fazer romance.
 
UL: Quais são suas maiores inspirações? 
VR: Antes dqas produções cinematográficas (que é as imagens que você adquire), livros (as palavras) e música (ritmo), mas as pessoas é o que mais me impulsiona.
 
UL: Já possui em mente outros projetos? Existe uma nova publicação a vista?
VR: Já, com certeza. Depois desse, outro, e depois do outro mais outro. Tenho uma publicação para o meio do ano, já que levo um bom tempo trabalhando nele... será até minha voz interior dizer que ele está pronto.

UL: Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do blog?
VR: Quando pessoas como vocês leem minhas palavras aqui ou em meu livro, cada vez mais me torno consciente do papel que exerço, e isso me motiva a saber que não são palavras jogadas ao vento e que pessoas estão levando a sério tudo o que eu digo. O escritor pode ser alguém que cria histórias, mas ele é mais do que isso. Eu descobri que alguns personagens criados por eles são capazes de transformar pessoas, e isso é poderoso.


Confira os contatos da autora:
- Blog: vivianelribeiro.blogspot.com.br
- Facebook: facebook.com/b4.vivi
- Skoob: Viviane Ribeiro


A entrevista de hoje é com a gaúcha Raquel Machado. Ela tem 29 anos, é formada em Ciência da Computação e ama escrever. Adora cinema, teatro, filmes em geral e é fanática por livros. A Raquel também é autora do blog Leitura Kriativa, lugar onde divulga sua obra Vingança Mortal, publicada em 2014. Confira abaixo a nossa conversa completa.

Imagem: Arquivo pessoal.

Universo Literário: Raquel, sua paixão pela literatura nasceu quando você ainda era uma criança. Mas como exatamente você descobriu ser uma aspirante a escritora?
Raquel Machado: Na verdade, a Raquel Escritora nasceu antes mesmo da Raquel Leitora. Desde criança eu gostava de escrever histórias. Ainda lembro que as primeiras delas eram relacionadas a animais falantes em quadrinhos... tenho até guardada uma que escrevi quando tinha 12 anos. Ela é cheia de desenhos e pintada com lápis de cor. Escrever para mim é um processo tão natural como respirar... acho que farei isso até o fim dos meus dias.

UL: Mesmo apaixonada pelas letras, você decidiu fazer faculdade de Ciência da Computação. Poderia nos contar como é lidar com suas áreas diferentes?
RM: Eu sempre fui ligada a área das artes. Comecei a fazer teatro quando ainda tinha 9 anos, e já passei pela dança, por corais, e agora estou me aventurando na literatura. Porém, sempre tive ciência que sobreviver de arte no nosso país é para pouquíssimas pessoas. Infelizmente a cultura não é algo que seja muito valorizado por aqui, então quando fui prestar vestibular decide optar pela área das exatas, pois é algo que também gosto de fazer. Pensei que teria um retorno financeiro melhor para que assim eu pudesse continuar com os meus hobbys sem muitas preocupações financeiras.

UL: Atualmente, escrever é só um hobby, ou você faz disso um trabalho? Como é ministrado seu tempo para a escrita?
RM: Posso dizer que estou levando mais a sério a escrita desde que lancei meu livro. Inclusive, estou tentando me programar para me disciplinar melhor nos meus horários de escrever, pois anteriormente fazia isso somente quando tinha vontade, porém, agora tenho toda a parte de marketing para correr atrás, e sendo autora independente isso é realmente complicado. Então posso dizer que ultimamente estou começando a considerar a escrita como realmente um trabalho.

UL: Vingança Mortal, cuja trama gira em torno de temas polêmicos como drogas, intrigas e traição, é o seu primeiro livro lançado. Por que trabalhar essa temática? Quais surpresas o leitor encontrará nesta história?
RM: Escrevi o Vingança Mortal quanto tinha 16 anos. Na época eu queria escrever um suspense com reviravoltas e com temas polêmicos. Minha história gira em torno do acidente de Nicole... ao ler meu livro o leitor irá descobrir que ninguém realmente é o que aparenta ser, e que todos escondem segredos, sendo alguns fatais.

UL: E como tem sido a receptividade dos leitores?
RM: A melhor coisa até o momento. Foi o feedback dos leitores que me fez pensar em realmente levar a sério minhas histórias. O melhor presente que posso receber é um elogio ao meu livro... isso faz com que tudo valha a pena.

UL: Quais foram as principais dificuldades enfrentadas para a publicação deste livro?RM: Infelizmente ainda não temos tanto espaço quanto gostaríamos no mercado brasileiro. A primeira e principal delas com certeza é a financeira, pois nós autores temos que investir muito para tornar esse nosso sonho uma realidade. Além disso, temos que contar com muita divulgação e sorte para que os leitores se agradem com nosso trabalho.

UL: Já existem planos para futuros lançamentos?
RM: Sim. Estou com várias ideias em mente e preciso urgentemente me focar em uma delas, para que pelo menos uma saia ainda esse ano. Tenho um projeto chamado Histórias do Povo, que será uma coletânea de contos relacionados ao dia-a-dia das pessoas, onde o próprio leitor poderá escolher o final. Nela vamos ter questões como: Caso ou compro uma bicicleta? Sigo a dieta ou me acabo nos doces? Acho que vai ser muito interessante.

UL: Desde 2010 você comanda o blog Leitura Kriativa, certo? De que modo ele contribui para a sua carreira no ramo da escrita?
RM: O blog me ajudou de diversas formas: Primeiro, nas resenhas que publico, que são sim um ótimo  treinamento para escrever melhor; segundo, posso citar a própria leitura que me permitiu conhecer outros gêneros e outros autores, auxiliando ainda na inspiração e criatividade. E também tem o fato de entrar em contato com outras pessoas que também são encantadas pelo mundo da literatura, e que me ajudaram muito a divulgar o meu livro.

UL: Qual seu autor favorito, e o que você tem lido atualmente?
RM: Essa é uma pergunta muito difícil. Tenho vários autores que admiro em diferentes áreas, mas posso citar alguns: Stephen King, Sidney Sheldon, Nora Roberts, Meg Cabot, Rick Riordan. Entre os nacionais posso citar: Paula Pimenta, Marina Carvalho, Carina Rissi, Shirlei Ramos, Ana Lemos. Ultimamente tenho lido muitos livros nacionais e tenho me surpreendido cada vez mais com a qualidade das nossas histórias. O último livro que li foi da autora Ana Lemos, que se tornou minha ídola... amei a linda forma como ela escreveu "Sempre foi Você"... e hoje estou lendo o livro "O pecado não mora ao lado", da autora nacional Marcia Pavanello, e também estou muito feliz com o que encontrei nele. Por isso, posso dizer, principalmente para quem ainda não tentou: LEIA LIVROS NACIONAIS! Eles são tão bons ou até mais do que os que vem de fora.

UL: Ser escritora é?
RM: Deixar seus sonhos fluírem através das linhas em um papel.

UL: Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do blog?
RM: Só tenho a agradecer a todos até o momento. Cada mensagem recebida é um grande incentivo para mim, afinal, se vocês leitores não existissem, não existiria o trabalho de nós autores. Quero convidar também a todos que gostam de um bom suspense a conhecer minha história... vou adorar conversar com todos.


Confira os contatos da autora:
- Blog:  leiturakriativa.blogspot.com.br


Selène d'Aquitaine, nossa autora parceria, topou fazer uma entrevista comigo. Nela, conversamos um pouco sobre sua relação com a escrita, e sobre seus livros publicados no mercado editorial. Dois deles, inclusive, já foram resenhados aqui no blog (confira AQUI). A autora, que escreve desde pequena, já superou muitos obstáculos no decorrer da vida, e foram seus livros que ajudaram-na a superar um câncer.

"Além de escritora, posso considerar que sou um milagre: já sobrevivi a três cirurgias de risco, e também sobrevivi a um raríssimo (e grave)  câncer no ano de 2011, entre outras desventuras em série. Apesar de tudo, estou viva e sempre muito determinada, batalhadora e guerreira!" – Selène d’Aquitaine


Abaixo, nossa singela conversa. Confira!

Universo Literário: Adriana (ou seria Selène?), você escreve desde os 15 anos. Como exatamente você se descobriu na escrita literária?
Selène d'Aquitaine: Eu sempre gostei muito de escrever, desde pequena. Quando criança, eu inventava histórias para as minhas bonecas, gostava do resultado, quando as lia em voz alta e passava horas imaginando novas aventuras para os meus personagens favoritos. Nossa, eu adorava desenhar e criar historinhas! Conforme fui crescendo, a ideia de me tornar escritora foi pouco a pouco ganhando forma, até que finalmente, aos 15 anos, decidi arriscar a publicar um livro. Escrever é minha paixão!

UL: E por que Selène d'Aquitaine? De onde surgiu esse nome?
Sd'A: Gosto do mistério que envolve os nomes artísticos. Eu queria um nome diferente e que combinasse comigo. Gostou muito de "Selène", pois é um nome ligado a lua, e eu amo escrever de noite junto com a minha gatinha! Emfim, escolhi um nome francês, pois gosto da sonoridade desta língua. É uma língua bela e dona de uma história muito interessante.

UL: O gênero fantasia, no qual seus livros se enquadram, está relacionado à sua preferência literária?
Sd'A: Sim, eu sou fã de Literatura Fantástica! É um gênero literário muito rico e que exige muita criatividade. A fantasia mexe com o imaginário e leva os leitores aos mais incríveis e estranhos lugares. Desde história suaves às mais tenebrosas, a fantasia é polêmica, mágica, inteligente, libertadora e desafiadora! Acredito que essa literatura precisa e merece ser melhor valorizada e estudada pelo âmbito acadêmico, aliás. Há muito para ser explorado e analisado.

UL: Como a leitura se insere em sua paixão pela escrita? Quais são suas inspirações neste ramo?
Sd'A: Como a grande maioria dos escritores, eu amo ler. Leio um pouquinho de tudo. Sou muito fã do C.S Lewis e do Phillip Pullman, escritores ousados, habilidosos e muito criativos. Também sou leitora de Harry Potter e já sonhei com a tão querida carta de Hogwarts. Curto também os romances históricos do Ken Follet, contos do Cortázar e a poesia do Ferreira Gullar. Gosta muito do Egar Allan Poe, alguns textos do Machado de Assis e tenho um carinho especial pelos contos fantástico que Graciliano Ramos escreveu na juventude.

UL: Como é ministrado seu tempo para escrever? Você costuma realizar pesquisas nesse meio tempo?
Sd'A: Eu ando com um caderninho na bolsa para fazer anotações. Fico atenta ao mundo ao meu redor em busca de inspiração. Leio bastante para as minhas pesquisas, busco livros e estudos que possam me ajudar, e aproveito as aulas e o que aprendo na faculdade. Minha pouca experiência de vida e conversas que troco com as pessoas também me ajudam a escrever. Anoto o que acho interessante nas minhas pesquisas e estudo a melhor forma de utilizá-las nas minhas histórias.

UL: Quanto tempo levou para a Trilogia Annástria ser escrita, e o que você espera com o lançamento do desfecho da trama?
Sd'A: "Annástria e o Príncipe dos Deuses" levou em torno de um ano e meio para ficar pronto. Já o terceiro volume, "Annástria e o Arquivo das Memórias", levou quase dois anos, pois nesse meio tempo eu fiquei bem doente e acabei atrasando a escrita. Eu espero que meus leitores gostem muito do desfecho da minha história e que compreendam o que realmente aconteceu com Annástria. Assim como em "Annástria e os Sete Escolhidos", o terceiro livro conta com a narrativa de vários personagens e muitas revelações.

UL: E os teus outros livros? Poderia nos contar um pouco sobre eles, e por que deveríamos lê-los?
Sd'A: "Diário de Rabiscos" é a história de uma menina que precisa aprender a superar um problema de saúde difícil, e a aprender a se adaptar com isso. Eu o escrevi quando eu ainda era uma criança de 15 anos. Inclusive, esse livro está esgotado na editora. Já p meu conto de fadas "O Jardim das Rosas Negras" é a história de uma fada filha de um demônio. Tenho um carinho especial por esse livro, pois é a minha primeira história de fantasia publicada. Escrevi esse livro em uma época em que eu ainda estava no colegial sonhando com a minha entrada na faculdade. Foi o meu primeiro passo como "Selène d'Aquitaine", então os leitores podem ver como eu era antes de escrever Annástria. Muitos levam um susto! "O Jardim das Rosas Negras" é uma história suave em contraste com a Trilogia Annástria, que é cheia de tensões e uma dura realidade que os personagens precisam enfrentar.

UL: Quais foram as principais dificuldades enfrentadas para a publicação dos seus livros? E como foi a receptividade por parte das editoras?
Sd'A: Quando eu comecei a publicar eu era uma criança, então, naquela época, ser muito nova acabou me atrapalhando um pouco. Quando eu tinha 15 anos, as barreiras para um autor iniciante realizar suas publicações eram ainda maiores. As editoras recusaram meus livros, mas me incentivavam a continuar escrevendo. Hoje contamos com a facilidade de publicar pela Amazon, por exemplo, em livro digital, e isso está ajudando muitos iniciantes a darem os primeiros passos.

UL: Com a finalização da Trilogia Annástria, há algum novo enredo sendo preparado atualmente?
Sd'A: Sim, estou escrevendo livros novos e espero publicá-los em breve! Estou escrevendo um livro diferente do que fiz para a Trilogia Annástria. Estou amando muito fazê-lo... seus personagens estão ganhando forma e vida. Por enquanto, eu não posso revelar detalhes, mas quero compartilhar essa nova história no momento certo com meus colegas escritores e leitores.

UL: Qual a maior gratificação de ter se tornado uma escritora?
Sd'A: A maior gratificação é poder compartilhar o meu universo com outras pessoas, e permitir que meus personagens conquistem corações, despertem emoções e vivam além das páginas do livro. É maravilho ver os leitores se envolvendo com o que escrevo! Fico muito feliz quando algum leitor me fala que a minha história o emocionou e o fez gostar ainda mais de ler. Livros são capazes de mudar vidas, são capazes de nos fazer pensar, conhecer novos mundos, novas ideias e passar a adiante uma mensagem bacana.

UL: Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do blog?
Sd'A: Busquem sempre uma nova história para ler e deixem suas mentes abertas para que possam conhecer mundos diferentes daqueles que estão acostumados. Se deem a oportunidade, mesmo aquelas que chamamos de "clássicas"e que já fizeram muitos torcer o nariz. Leiam histórias escritas em outras épocas, leiam autores de opiniões divergentes, livros de criança, romances, suspense, histórias de vida... enfim,  sejam livres!


Confira os contatos da autora:
- Blog:  selenedaquitaine.com
- Facebook: facebook.com/selenedaquitaine
- Twitter: @escritoraselene
- Instagram: escritoraselene
- Tumblr: annastrianos.tumblr.com


Blogueiros e leitores assíduos, olá!

Como vocês sabem, é de costume publicarmos entrevistas com os nossos autores nacionais, mas desta vez eu resolvi fazer diferente. Em vez de um escritor, por que não um blogueiro? Aquele que entende o nosso cotidiano e o trabalho árduo e prazeroso que realizamos na blogosfera. Isso mesmo! Vamos mudar um pouco o foco da conversa dessa vez... vocês passam a conhecer agora nossa querida Lorena Rocco, do blog Mil Alices.


Lorena Correia, conhecida na blogosfera como Lorena Rocco, nasceu em Salvador no ano de 1993, mas há 11 anos reside em Aracaju. Atualmente faz faculdade de Administração na Universidade Federal Sergipe, mas pretende cursar Jornalismo em breve. Lê muito, está sempre rascunhando e tem mil projetos anotados por ai. Deseja ser voluntária na África, não é muito musical e curte cinema. Coleciona cartões postais, escreve cartas, é blogueira, resenhista do It Cultura, desenvolve fanfics e trabalha em um livro.

Universo Literário: Lorena, conte-se um pouco sobre o Mil Alices. Como surgiu a ideia de criar um blog?
Lorena Rocco: O Mil Alices começou no fim de 2009 e deve ser meu quarto ou quinto blog. Conheci a blogsfera em uma aula de redação, e por que não tentar? Sempre escrevi diários e achei que seria uma forma legal de falar com as pessoas. A ideia sempre foi mostrar coisas legais, inspirar e conhecer gente nova. Estou tentando trabalhar em uma linha cultural, por isso falo sobre tudo, para um público jovem feminino e masculino.

UL: Qual a maior dificuldade para um blogueiro hoje?  Você acredita que manter um blog pessoal que é destinado a um público alvo, como o seu, por exemplo, passa a ser uma obrigação a partir de um certo tempo?
LR: Tenho sete anos de blogsfera, acompanhei a maioria das mudanças da plataforma e eu também mudei bastante. A minha maior dificuldade, hoje, é conciliar vida online e vida off-line, principalmente por que não gosto de misturar as duas. Outra coisa chata é que com o BOOM dos blogs e redes sociais, fica complicado estar no meio de tantos sites, com conteúdo muito semelhante e apoio de inúmeras empresas. A plataforma tem se profissionalizado e quem ainda gosta do modelo antigo (como o meu) fica difícil competir.
Por outro lado, o diferencial dos à moda antiga é que tem leitores fieis que acreditam no que você produz, sem necessidade de mil sorteios. Não que eu reprove isso, o Alices já teve publieditorial e tem anúncios, a diferença é que isso não é tudo que o blog oferece.
Eu tento não me obrigar a escrever. Se eu não estou afim hoje, não posto e pronto. Tenho em mente, que quando se tornar uma obrigação, eu vou acabar perdendo a conexão com o leitor.

UL: Recentemente você passou por um problema de plágio que felizmente foi resolvido antes mesmo da tomada de medidas sérias. Como foi lidar com essa situação?
LR: Grande parte do que eu posto é conteúdo original e a gente despende muito por aquilo. Só aconteceu, que eu saiba, uma vez comigo e foi um dia muito louco. Felizmente é bem difícil que espaços que começam com plágio sigam adiante. Os leitores procuram conteúdo original: por que vou acessar a página x se posso ver isso na y?

UL: O Mil Alices possui publicações peculiares de caráter pessoal. Como é feita a escolha da temática da postagem da vez?
LR: É a primeira vez que penso a esse respeito. Simplesmente por que não há um método. Eu posto sobre o que ''dá na telha'', acho que o caráter pessoal do blog é isso. Lá tem o que eu vejo todos os dias. A única censura que tenho me imposto recentemente é tentar escrever para o público em geral, já que até pouco tempo o blog era muito voltado para mulheres.

UL: Você tem trabalhado em um livro na qual o intitulou de ''Coragem'', que também diz respeito aos protagonistas do enredo. Algo a inspirou no momento da criação? Quando você percebeu que a história poderia tornar-se um livro?
LR: Minha relação com fanfics, especificamente escrever fanfic, me mostrou que eu podia escrever algo mais longo que crônicas e contos. No último Janeiro estava de Férias em Salvador, era a primeira vez de uma amiga na cidade e ela notava coisas simples da mesma que para mim passavam despercebidas. Foi legal ver a animação dela com aquilo e eu quis mostrar a minha cidade para todo mundo, de uma forma diferente do que os guias turísticos mostram. Coragem junta um monte de coisas cotidianas, pessoas que você pode encontrar na fila da padaria e situações que eu vivi, me contaram ou assisti em um filme. É quase uma reunião de memórias.

UL: Além do Projeto Mil Alices, há algum outro plano futuro para o blog?
LR: Sempre me perguntam isso. Eu deveria dizer algo como: Tornar o Mil Alices o blog mais badalado em língua portuguesa ou ter um layout e hospedagem superprofissional, mas não faço planos. Tenho até medo que o blog cresça demais e passe a ser obrigação.

UL: O que o Mil Alices trouxe de mais gratificante para a sua vida?
LR: Pessoas, reconhecimento e incentivo. As pessoas incríveis que eu conheci e o reconhecimento ao meu trabalho como escritora, ainda que iniciante. E sempre que eu quero começar e terminar um projeto eu coloco no blog, os leitores me cobram sobre aquilo e eu tenho mais força de vontade para terminar. Tem sido assim com Coragem, com o Projeto Postcard e espero que seja assim com a Tanzânia.




Perguntas rápidas: 

Um livro: Um dia do David Nicholls, eu me identifico muito com a Emma Morley.
Um autor: Martin Page. Adoro o sarcasmo e o humor ácido dele.
Um filme: Dois? Cidade de Deus, que me influenciou muito em Coragem e O Senhor dos Anéis, por causa de O Hobbit que está para estrear.
Uma cor: Depende do meu humor
Um sonho: Conhecer o mundo.
Um refúgio: Fazenda, meio da tarde, deitada na rede com um bom livro.
Sua maior característica: Querer abraçar o mundo com as mãos. Faço mil coisas ao mesmo tempo e fico meio louca com isso. Mas, gosto da adrenalina de ''será que vai dá tempo, vai dá certo?''. (Bem, eu falo demais também).
Com o que pretende trabalhar: Complicado. Eu não faço ideia. Quero lançar meu livro e isso é fato, estou na metade do meu curso de ADM e vou terminar, mas não sei o que vai ser depois. Jornalismo? Muito provável.


UL: Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do blog?
LR: Eu estou muito inspirada no ''Termine tudo que você começou'' e ''paciência''. Sou péssima nos dois e fico repetindo isso sempre que as coisas ameaçam sair do controle. ''Um passo de cada vez'' e ''tentar outra vez'' não funciona comigo, mas procure ter um objetivo e anotar isso em um lugar bem visível. Tudo fica mais fácil quando você tem um motivo para levantar da cama. O meu é publicar Coragem, Terminar a Faculdade e Ser voluntária na Tanzânia. Qual o seu?


Contatos:
http://www.milalices.com.br/
http://www.facebook.com/milalices
https://twitter.com/milalices
http://milalices.tumblr.com/

Leitores, olá!

Hoje trago uma entrevista muito bacana para vocês. O autor da vez, como de costume, é nacional, possui algumas publicações no mercado editoral, e está completando aniversário de carreira este mês.

Antônio Lima, sob pseudônimo de Ant Lima, nasceu em Caconde, interior de São Paulo, no ano de 1993. Atualmente vive em Poços de Caldas, cidade que fica no Sul de Minas Gerais. Além de escritor, é colunista. A ideia de escrever enredos próprios é bem antiga, desde que lia gibis da Mônica. Sete anos depois o sonho passa a ser de fato traçado. Vamos conhecer um pouco mais sobre ele?


Universo Literário: Este é um mês de comemoração para o Ant Lima! São 2 anos de carreira como escritor (os primeiros de muitos, supomos). Quais são as expectativas para os próximos anos? Você pretende continuar firme no âmbito literário?
Ant Lima: Sim! É um mês para comemorar muito... tem aniversário da minha mãe, aniversário da minha irmã e da minha melhor amiga, além da comemoração de dois anos de carreira! Pretendo seguir com a literatura, pois escrever é o que eu mais curto fazer e já tenho alguns novos projetos em andamento. Escrever é prioridade!

UL: Ant, sua carreira ainda está no início, mas ainda assim você já faz o maior sucesso. Como é saber que seu trabalho tem sido aceito pelo público leitor?
AL: Sinto-me aliviado! Esse é o teste final para qualquer artista: o publico. Fico muito feliz de ter meus leitores sempre me apoiando e dando aquela força na divulgação. Só tenho o que agradecer!

UL: Seus dois livros publicados, o ''17 Badaladas Para o Medo'' e ''O Baú de Maldições'', tratam de terror, suspense e ficção. Por que escrever obras com essa temática? E o que levou a criação de ambos os enredos?
AL: Eu gosto é de tocar o terror! (Risos). Suspense e terror são os meus gêneros favoritos para filmes e também para livros. E isto bastou para me lançar como um autor de terror.

UL: Como escritor você já possui algum projeto para o futuro? Se sim, pode nos adiantar algo? Gostaríamos de saber se é da sua pretensão trabalhar em cima da mesma temática.
AL: Quem ler esta resposta poderá me julgar bipolar. Mas, meu próximo lançamento está voltado ao publico infantil. Será um livro dedicado ao meu sobrinho e para as crianças em geral. Porém, não vou deixar o terror de lado, estou com um projeto de curta-metragem baseado em um dos meus contos para 2013.

UL: Qual seu autor favorito, e por quê? Ele serviu de inspiração para você no momento da elaboração dos seus livros?
AL: Pergunta difícil. Eu gosto muito do Helio do Soveral. Os livros dele são de aventura e não me inspirou em momento nenhum na criação das minhas publicações.

UL: Como foi sua entrada no mercado editorial, e quais as principais dificuldades enfrentadas nele?
AL: Falta de informação foi à parte mais difícil. Estava com meu manuscrito pronto e não sabia o que fazer com ele. Quem procurar, como fazer... Foi a maior dificuldade. Fica a dica para as editoras: facilitem ao invés de dificultar!

UL: Como autor, qual o seu maior sonho?
AL: Ser um autor Best-Seller!

UL: Você já foi indicado a alguns prêmios. O que isso representou durante para a sua vida profissional como escritor?
AL: Representa realização! Fui indicado a prêmios que envolvia voto popular e em todos consegui ótimas colocações. Isso prova que o mais importante eu tenho: meus leitores, e isso não tem preço!

UL: Você gostaria de comentar conosco algo sobre os seus livros publicados? Qual o público alvo e por que deveríamos lê-lo?
AL: Minhas publicações são direcionadas aos jovens. Meus livros trabalham na imaginação dos leitores. Todo mundo tem medo de algo, então separei nos contos diferentes temas, diferentes temores. É tão bom sentir um medo que acaba no momento em que você vira a página...

UL: Ant, a família Universo te deseja muito sucesso em sua carreira profissional. Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do blog?
AL: Agradeço ao Universo Literário pela oportunidade e espero que os leitores, tanto do blog quanto os meus leitores também, curtam a entrevista. Para terminar convido o pessoal que acaba de me conhecer para acompanhar meu trabalho, será um prazer tê-los por perto!


Contatos do autor:
Site: www.ant-lima.wix.com/site 
Blog: www.antlimanews.blogspot.com 
Facebook: www.facebook.com/antlimabox 
Twitter: www.twitter.com/itsmeantonnio 
Youtube: www.youtube.com/user/antlimabox
E-mail: imprensa.antlima@r7.com

A entrevistada de hoje é a brasiliense Carolina Ribeiro, nossa autora parceira. Falamos um pouquinho sobre ela há alguns meses atrás (para conferir é só clicar AQUI), mas agora é hora de explorar um pouco mais sobre o seu trabalho. Vale a pena conferir!


Universo Literário: Carolina, conte-nos um pouco sobre você. Quando surgiu a ideia de escrever enredos seus?
Carolina Ribeiro: Bem, a ideia surgiu do nada. Eu sempre gostei muito de ler e a partir disso comecei a criar minhas próprias histórias, escrevi sempre alguns trechos sem início ou fim em um caderno. Sempre tive gosto pelo sobrenatural e acho que isso me impulsionou para começar a escrever Lua Cheia – meu primeiro livro – que mais tarde deu início a uma trilogia.

Universo Literário: Até agora seus projetos estão solidificados, mas nenhum foi publicado oficialmente – através de uma editora. Como tem sido todo esse percurso?
Carolina Ribeiro: Confesso que fiquei bem feliz quando, há alguns anos, várias editoras se mostraram interessadas pelo meu livro, mas cobravam um preço muito alto, então deixei para lá a questão de publicação até que retornei esse ano. Tenho mandando o original para várias editoras e fiquei bem feliz quando uma delas aceitou publicar gratuitamente, mas como o livro ainda está passando por um processo de revisão – que não é fácil – ainda não tem nada definido.

Universo Literário: Em sua opinião, qual o maior desafio hoje para um autor independente?
Carolina Ribeiro: Ter reconhecimento e seus livros publicados. A pessoa tem que ter muita força de vontade e não ter medo de críticas para sair pelas redes sociais divulgando seu trabalho e confesso que, na minha opinião, pelo Brasil não ter um público de leitores tão grande assim, isso acaba se tornando mais difícil. 

Universo Literário: JK Rowling é uma das suas fontes de inspiração, já que a série Harry Potter foi uma das responsáveis pela ideia da criação de histórias de sua autoria. Além dela, há algum outro autor que você admire e que, através dele, percebeu que escrever não é apenas um hobby?
Carolina Ribeiro: Admiro muito a história da Rowling por sua determinação e persistência, pois ela não desistiu quando ouviu o primeiro não de uma editora e todos riram dela achando que Harry Potter era apenas mais uma historinha. Creio que por isso e outros motivos sou uma grande fã dela e até hoje não me deparei com um autor(a) que tivesse história similar.

Universo Literário: Quando você se deu conta de que seu primeiro projeto poderia tornar-se uma trilogia? No geral, você utilizou de alguma fonte de pesquisa para a concretização e finalização do enredo?
Carolina Ribeiro: Acho que decidi que teria continuação quando terminei Lua Cheia. Eu estava tão empolgada por ter concluído meu primeiro livro que pensei ''Preciso continuar! Preciso escrever mais sobre esses personagens!''.
Sim, eu fiz muitas pesquisas para escrever. Na verdade faço inúmeras pesquisas para qualquer livro que escrevo. Acho que quanto mais parecido com a realidade e mais fatos o livro tem, melhor. E confesso que nessas horas o Google Earth foi um grande amigo e aliado. [Risos]

Universo Literário: A Trilogia A Dama da Noite centra em vampiros e lobisomens. O que te levou a tratar sobre essa temática fictícia?
Carolina Ribeiro: Sempre fui fascinada pelo sobrenatural, principalmente por vampiros. E na época, logo quando comecei a escrever, o filme Anjos da Noite estava fazendo o maior sucesso e acho que 60% de minha inspiração veio daí. Tanto é que já li alguns comentários falando que as sinopses dos meus livros lembram um pouco o enredo do filme, mas as semelhanças param por ai. 

Universo Literário: Há uma coluna em seu blog em que você apresenta aos leitores um pouco sobre os personagens da trilogia. Além disso, você pode comentar para nós sobre alguma especificidade da obra?
Carolina Ribeiro: Os livros, basicamente, se passam em Londres apesar de aparecerem vários outros cenários ao longo da história. Escolhi a capital inglesa por ser apaixonada pela Inglaterra e fiquei muito feliz quando conheci a cidade e pude ver ao vivo e a cores vários lugares que aparecem nos livros. 
Para criar os personagens me baseei na mistura de personalidades de pessoas que conheço, alguns até em mim mesma, e na parte física eu costumava observar muito as pessoas na rua e ''coletava'' seus traços para os meus personagens. 

Universo Literário: Foi lançado recentemente o book trailer de Lua Cheia, primeiro livro da trilogia. Quais são suas expectativas agora, após a exibição geral do enredo?
Carolina Ribeiro: Espero que as pessoas se interessem mais e conto com um aumento na divulgação. Achei bem divertido fazer o book trailer e é um meio rápido e dinâmico para deixar o pessoal mais por dentro do livro. Posso também dizer que o book trailer do segundo livro, Sangue Real, já está pronto. 

Universo Literário: Como você ministra seu tempo para ler e escrever? Qual a temática que você busca estar mais por dentro?
Carolina Ribeiro: Geralmente escrevo nos finais de semana, mas na época de férias eu escrevo quase toda a noite. Eu necessito estar sempre lendo algum livro e sempre que surge um horário vago – intervalo entre aulas, antes de dormir – eu pego meu livro e leio um trecho, tanto é que não saio de casa sem ele. Eu gosto de ler quase tudo, mas ultimamente meu interesse tem aumentado pelos livros de suspense e policial.

Universo Literário: Além de Dama da Noite, você possui publicado em e-book mais dois livros, Abadia Lockwod e Anjos Caídos. O que você pode nos contar sobre eles, e por que deveríamos lê-los?
Carolina Ribeiro: Abadia Lockwood foi o primeiro livro que escrevi depois da conclusão de Dama da Noite e confesso que fiquei assustada comigo mesma com a rapidez com que ficou pronto; eu o iniciei e conclui nas férias de 2011 e 2012. Ao contrário de Dama da Noite, esse livro é um romance que não envolve qualquer coisa sobrenatural, mas possui dois enredos que estão interligados, a de Lydia e de Elizabeth. Também se passa na Inglaterra, mas possui um cenário mais rural. Duas séries que me inspiraram a escrever esse livro foram Downton Abbey e The Promise. 
Ainda estou trabalhando em Anjos Caídos, e como o nome já é bem sugestivo, retornei ao assunto do sobrenatural, dessa vez com anjos. Esse enredo se passa na Finlândia e conta os conflitos que Rephaim vive ao ser banido do céu. 

Universo Literário: Há mais algum enredo sendo preparado? Quais os projetos para o futuro?
Carolina Ribeiro: É curioso, pois quando estou escrevendo um livro sempre surgem ideias para um próximo. Como já disse, ainda estou trabalhando em Anjos Caídos, mas ao terminar já tenho algumas ideias para um próximo livro e quero me arriscar um pouco em um enredo épico.

Universo Literário: Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do blog? Informe também seus contatos e ondem podem ser realizadas a compra dos seus livros.
Carolina Ribeiro: Primeiramente gostaria de agradecer a oportunidade dessa entrevista.
Se quiserem saber mais sobre a série Dama da Noite ou os outros livros, é só entrarem no meu blog. Lá terá os links para download do primeiro capítulo de cada livro e o link para compra da versão e-book e imprensa dos livros. 

Contatos da autora:
Blog: http://autoracarolinaribeiro.blogspot.com.br
Skoob: http://www.skoob.com.br/autor/7224-ana-carolina-da-luz-ribeiro
Twitter: https://twitter.com/autoraac
Facebook: https://www.facebook.com/autoraac?ref=hl

Assista também o book trailer de Lua Cheia, primeiro livro da trilogia Dama da Noite:


O Universo realizou recentemente uma entrevista muito bacana com a autora nacional Julianna Costa. Saiba mais sobre ela conferindo nossa conversa abaixo.



Universo: Conte-nos um pouco sobre você e sobre sua relação com a escrita. Como tudo começou?
Julianna Costa: Eu acho que todo escritor começa com um leitor e, no meu caso, não foi diferente. Desde muito nova eu sempre li muito. Comecei escrevendo poesias e contos. Com o tempo eu conheci o RPG (Role-Playing Game) que é um jogo que exige muita imaginação e criatividade, e foi com isso que eu comecei a escrever ''pesado'' mesmo.

Universo: J.K. Rowlingm J.R.R., Stephen King e George Orwell são os nomes que mais te inspiraram desde cedo. Mas porque eles? O que te levou a lê-los?
Julianna Costa: Meu pai! (risos). No natal do ano que eu aprendi a ler, meu pai disse a toda a família que eu só poderia ganhar livros de presente. Ele é assim: sempre estimulou muito a leitura, e uma leitura bem diversificada. Mas esses autores são alguns dos que realmente me encantaram. Eu acho a fantasia um dos estilos literários mais ricos, e eu sempre tive um ''quedinha'' pro lado do horror também (risos) o que, acredito eu, explica o meu gosto pelo King.

Universo: A quadrilogia A Idade de Sangue é o seu primeiro projeto como escritora, ou você já tinha algumas ideações sólidas? Há algum enredo em mente para uma futura publicação?
Julianna Costa: É o primeiro trabalho que eu publiquei. Mas tenho outros prontos e vários outros ainda em produção. Tenho muitos enredos em mente. Muitos mesmo. É só uma questão do que escrever primeiro (risos). Mas acho que o próximo que vou encaminhar para a editora é a minha versão do apocalipse zumbi. Vai seguir o mesmo estilo da Idade do Sangue: não vai ter um personagem principal, mas vários grupos diferentes interagindo.

Universo: Quanto tempo Agnus Dei levou para ser escrito? Para a concretização do primeiro livro foram necessárias muitas pesquisas e consultas a outras histórias como referências?
Julianna Costa: Eu passei entre cinco e seis anos desenvolvendo a história completa. Por fim resolvi dividir em quatro partes. Escrevendo, mesmo, foi aproximadamente um ano para o primeiro livro, e o segundo (que está quase pronto) já estou escrevendo há mais ou menos esse mesmo tempo. Pesquisas foram muitas (risos). Além da internet – que é uma ferramente incrível para isso – eu tinha uns oito livros ao meu lado todo o tempo enquanto escrevia. Da Bíblia ao Livro dos Vampiros de J. Gordon Melton, fundador do Instituto para Estudos de Religiões Americanas, eu li tudo. Isso sem contar os mapas... tantos mapas... (risos).

Universo: Atualmente, qual o seu maior desafio como escritora independente? Como funcionou o processo de ingressão no mercado literário?
Julianna Costa: O primeiro desafio inicial foi conseguir publicar e divulgar o livro. Mas agora que – ainda bem (risos) – essa etapa já foi ultrapassada e eu já consegui alguns contatos bem interessantes, acho que o maior desafio tem sido tempo. Conciliando diferentes atividades, às vezes, sobra pouco tempo pra escrever. E quando eu não consigo escrever com alguma freqüência, eu acabo ficando ansiosa e aí vira um ciclo vicioso! (risos).

Universo: Agnus Dei tem referencias bíblicas sem apologia alguma. O que te levou a incrementar a história de uma forma tão polemica?
Julianna Costa: Confesso que a ideia não foi criar qualquer polêmica (risos). Se ela surgiu foi completamente não intencional. Quando eu ainda estava na fase de preparação da trama, algumas organizações e alguns personagens se fizeram necessários para que eu pudesse montar as coisas do jeito que eu queria. Aí eu montei o cenário, joguei os personagens lá dentro e esperei para ver o que acontecia! (risos)

Universo: Como você ministra seu tempo para escrever? Exerce, além disso, alguma outra atividade?
Julianna Costa: Apesar de não praticar, eu sou advogada. Me formei há pouco tempo, e estou estudando para alguns concursos específicos de áreas que me interessam. Se eu pudesse viver só de escrever seria o cenário ideal. Mas o mercado é muito competitivo e tem pouco espaço para novos autores nacionais. Então, eu não tenho ilusões megalomaníacas, não, sabe? (risos) O plano é escrever, mas não confiar só nisso.

Universo: Como escritora você possui algum sonho? Se sim, pode nos contar?
Julianna Costa: Um Nobel e um filme (risos)! Brincadeira! Acho que meu sonho é conhecer George Martin. Apertar a mão dele e dizer ''me ensina''.

Universo: Qual o conselho que você dá àqueles que desejam tornar-se autores com ingressão e reconhecimento verossímil no mercado literário?
Julianna Costa: Paciência e determinação, sabe? As coisas demoram pra acontecer, e às vezes elas demoram muito mesmo e você chega a pensar em desistir. Mas tem que ter calma. Confiar no trabalho que você produziu e ir em frente. Lembrar que até grandes autores como a própria Rowling e o King tiveram seus manuscritos recusados em diversas ocasiões. O segredo é não se desesperar.

Universo: Gostaria, por favor, de deixar uma mensagem para os leitores do blog?
Julianna Costa: Leiam muito e escrevam sempre que tiverem tempo. Eu sei que existem coisas melhores que literatura, mas acho que não são muitas! (risos)
Querendo falar comigo sobre algo que gostou ou detestou no meu livro, sobre o livro de outra pessoa, sobre um livro que você tá escrevendo e quer ajuda, sobre um filme que você viu essa semana ou sobre o clima: meu email é juliec.costa@gmail.com , meu facebook é http://www.facebook.com/ju.costa.7967 e meu twitter é @JuCosta_Fantasy . Pode ficar a vontade pra me adicionar, que a gente bate um papo. Beijos pra todos!


Para conferir a resenha do primeiro livro de Julianna Costa basta clicar AQUI
Até a próxima, pessoal!

Sob o pseudônimo de Bento de Luca, Marcelo Siqueira e Gustavo Almeida cederam uma entrevista ao Universo na qual tratamos como foco sua relação como escritor e com o mercado literário. Para quem não sabe, Marcelo Siqueira Silva nasceu em 1987 em São Paulo, onde se formou em Naturopatia. Na mesma cidade, seu primo, Gustavo Costa de Almeida Siqueira, nascido no ano de 1986, formou-se em Gestão Ambiental. O interesse por escrever surgiu logo cedo, e não tardou para que definissem similar estilo dentro do gênero Fantasia. Ambos criaram diversos contos e histórias durante nove anos e, no ano de 2009, resolveram iniciar um novo projeto, a trilogia O Príncipe Gato.  Possuem a forte crença de que existem histórias com o potencial de criar conceitos e despertar nossas emoções; histórias estas a serem contadas, celebradas e recordadas.




Confiram mais abaixo:

Universo: Meninos, conte-nos como começou a relação de ambos com a escrita. Como surgiu a ideia da criação de um pseudônimo e, por conseguinte, de escreverem juntos?
Bento de Luca: Crescemos juntos e sempre compartilhamos das mesmas ideias! Esse desejo de criar um universo só nosso, de escrever um livro, surgiu na infância. Foi algo que cresceu dentro da gente ao mesmo tempo. Assim que terminamos o ''O Príncipe Gato e a Ampulheta do Tempo'' resolvemos adotar o pseudônimo por acreditar que o nosso livro, o nosso projeto, possuía uma única mente! Sendo assim, ''Bento de Luca'' pode ser encarado também como um personagem! O Marcelo não escreveu o livro, nem o Gustavo... mas sim: Bento de Luca!


Universo: Como funciona o processo de escrita de vocês? Há uma divisão ou uma mescla na criação do enredo?
Bento de Luca: Não temos grandes dificuldades para escrever em dupla, ao contrário do que possa parecer. Tudo é desenvolvido por duas mentes de uma forma tão sincera – não sei se é a melhor palavra – que é como se fundíssemos nossas essências em um único ideal. Parece poético até, mas é a melhor forma de explicar. Essa mesma sensação de unicidade que acabou culminando em um único pseudônimo, como citei na resposta anterior. Falando na prática: Com o roteiro pronto, dividimos os capítulos; cada um escreve um, mas todos os capítulos, de todo modo, acabam passando pelas mãos dos dois – acrescentando alguma passagem, mudando, retirando algum trecho... No final ainda sentamos juntos para ler, revisar e fechar tudo, sempre buscando a ''escrita homogênea'', para que o leitor não sinta uma discrepância nas narrações.

Universo: Vocês imaginavam que o livro publicado se tornasse tão querido no âmbito literário?
Bento de Luca: Até o presente momento o feed back que estamos recebendo não poderia ser melhor! Estão surgindo dezenas de resenhas pela internet, extremamente positivas. Recebemos muitos comentários nas redes sociais, como facebook e twitter, além de vários e-mails! Estamos bastante empolgados com essa receptividade calorosa. No entanto, há muito trabalho pela frente. Publicar um livro, embora difícil, é apenas um degrau atingido. Ganhar destaque e se manter na mídia é uma escalada infinita!

Universo: Qual a sensação ao término da primeira obra? Foi complicada a entrada no mercado literário?
Bento de Luca: Olha, a sensação é maravilhosa! É como trazer um filho ao mundo, prepará-lo da melhor forma, e ficar ansioso para saber se ele irá crescer e prosperar como você espera. Entrar no mercado literário é uma jornada mais complexa do que a do próprio Príncipe Gato em busca da Ampulheta do Tempo (risos). Enviamos o nosso livro para mais de 20 editoras... Felizmente, após 1 ano e meio de muita procura, fechamos contrato com a editora Novo Século, sob o selo ''Novos Talentos da Literatura Brasileira''! E assim o Príncipe Gato comemorou a conquista!

Universo: Vocês usufruem de algum momento de inspiração? Há algum momento exato para escrever? Ou, ainda, possuem como inspiração um autor específico?
Bento de Luca: Seguimos a linha da Literatura Fantástica. Ela é que move nossa inspiração... Não poderia deixar de citar: J. K. Rowling ''Harry Potter'', J. R. R. Tolkien ''Senhor dos Anéis'', C. S. Lewis ''As Crônicas de Nárnia''... São muitos livros e autores literalmente fantásticos! Aqui no Brasil citaria: André Vianco, Eduardo Spohr e Raphael Draccon! Tem muitos autores nacionais de alta qualidade surgindo por aqui... Isso é realmente uma grande vitória! Não existe um momento exato para escrever, precisamos apenas nos ''conectar''... Livros, filmes, músicas, e nossas vivências é que formam a base da nossa inspiração!

Universo: Além da trilogia O Príncipe Gato, há algum outro projeto futuro em mente? Se sim, falem um pouco sobre.
Bento de Luca: Nosso foco no momento está voltado para a trilogia ''O Príncipe Gato'', em terminar os próximos dois volumes, mas com certeza não pararemos depois disso. Novos projetos com Bento de Luca (Marcelo Siqueira e Gustavo Almeida) surgirão. Temos alguns projetos ''solo'' que seguem a linha da Literatura Fantástica, que estão apenas esperando o momento certo para ''nascer''!

Universo: Vocês gostariam de deixar algum recado para os leitores do blog?
Bento de Luca: O contato com os leitores é muito importante e iremos preservá-lo da forma mais completa possível. Entrem em contato conosco através do Facebook (Bento de Luca), Skoob (Bento de Luca), Twitter (@oprincipegato), pelo e-mail (contato@oprincipegato.com.br), ou ainda pessoalmente nos eventos que estivermos participando. Todo o feed back é de extrema valia! Podem mandar sugestões, críticas, elogios; é tudo muito válido! Acessem também o site oficial: www.oprincipegato.com.br Nosso muito obrigado ao blog ''Universo Literário'', e até a próxima!


Bento de Luca é parceiro do blog, e nós estamos participando do book tour O Príncipe Gato. Portanto, aguardem, porque em breve tem resenha do livro para vocês...

Um abraço, e até mais!

Recentemente, o Universo fechou parceria com a Fabiane Ribeiro. Além de Escritora ela também é Médica Veterinária. Como autora nacional, já possui dois livros publicados no mercado literário, intitulados de Corações em Fase Terminal* e Xadrez* , respectivamente. Eu, claro, não perdi tempo e fiz uma entrevista com a nossa autora parceira, e adoraria compartilhar isso com vocês.  :)  Mas antes, gostaria de dizer que ficamos muito felizes com a oportunidade que a nós (falo em nome de todo o blog) foi dada. Desejamos muito sucesso à Fabiane (que por sinal é muito simpática), e quero avisar aos nossos leitores que em breve teremos resenha de um dos livros dela aqui no blog, então fiquem ligados! Vamos à entrevista, então?


Universo: Fabiane, conte-nos um pouco sobre você. Como começou sua relação com a escrita?
Fabiane Ribeiro: Eu sempre amei ler e escrever, mas confesso que nunca sonhei em ser escritora. Eu estava no quarto ano de faculdade de Medicina Veterinária, quando fiquei doente e parei os estudos por um tempinho. Nessa época, em meio a momentos difíceis, escrevi dois livros. Um deles é o romance “Xadrez”, minha primeira obra publicada. Desde então, a literatura passou a fazer parte da minha vida e dos meus sonhos. Eu diria que sou alguém que acredita, acima de tudo, que cada um tem um caminho a trilhar, que o fará contribuir de alguma forma com o mundo. Então, resumindo, tento passar algo de bom através de histórias e personagens. Sou médica veterinária e escritora, apaixonada pelos animais e pelas palavras.

Universo: Você já imaginou algum dia ter a chance de publicar romances seus?
Fabiane Ribeiro: Sinceramente, não. Como eu disse, foi algo que surgiu em minha vida e eu não poderia ser mais grata a tudo que aconteceu até hoje. Mas, às vezes, me pego pensando em como tudo mudou desde que comecei a escrever há quase três anos. Eu não imaginaria que fosse publicar meus romances.

Universo: Qual a sensação vivida ao término da sua primeira obra? E como foi sua entrada no mercado literário?
Fabiane Ribeiro: É indescritível! É a boa e velha sensação de dever cumprido, mas multiplicada! Sinto-me muito feliz sempre que termino um novo trabalho, mas também fico ansiosa para que os leitores possam ter a chance de lê-lo logo, o que geralmente acaba demorando um pouco.
A entrada no mercado é sempre complicada. Encontrar uma editora comercial, que tivesse interesse em “bancar” a edição do “Xadrez” foi bem difícil. Sou muito ansiosa e esperei por um ano até receber meu “sim”, então foi complicado esse processo de espera. Entretanto, agora também está sendo um desafio. Estou com duas obras publicadas, batalhando a cada dia para conquistar leitores e fazer meu nome ficar conhecido. Creio que esta etapa que estou vivendo seja a mais desafiadora.

Universo: Fale um pouco sobre os romances que você já publicou. Conte-nos também o que no geral te inspira.
Fabiane Ribeiro: ''Xadrez'' é a história de uma garota de oito anos que vive na Inglaterra do pós-guerra. Ela é separada dos pais e passa a viver uma nova e dura realidade, com um novo casal. Entretanto, o último presente que ela ganha do pai é um jogo de xadrez. Em sua nova vida, ela passa por momentos muitos difíceis, mas devido à sua fé inabalável, pessoas especiais cruzam seu caminho para ajudá-la. Uma dessas pessoas é Pepeu, que passa a ser seu companheiro para as partidas de xadrez, salvando-a da solidão. E devido à ligação que o jogo representa entre ela e os amados pais, que estão distantes, ela passa a sonhar com um Reino Xadrez, no qual é livre, onde faz amizade com as peças do jogo, que também a ajudam nas dificuldades de sua nova vida.
Meu segundo livro é ''Corações em Fase Terminal''. Ele conta a história de Cátia, uma dependente química que, após quase acabar com a própria vida, acorda em uma nova realidade, com o coração preso e manchado em uma caixa, e uma imagem real de si própria presa a um espelho repugnante. Sua missão passa a ser cuidar de seu coração, assim como todos naquele estranho lugar. No caminho ela encontra lições sobre: família, amizade, amor (sim, tem romance!), separações, escolhas, e descobre que as respostas para sua cura estão e sempre estiveram em seu interior.
O que me inspira é a vida! A minha inspiração vem de tudo ao meu redor, tudo o que já vivi, e tudo o que estava vivendo no momento em que escrevi o livro.

Universo: Qual dos seus livros precisou de um tempo maior para ser finalizado? E por quê?
Fabiane Ribeiro: Xadrez. Primeiramente, por ele ser mais longo, e também porque ele era mais detalhado e denso. Eu tenho alguns livros escritos, mas falando especificamente dos dois publicados, o Xadrez levou sete meses para ser concluído (ele tem 384 páginas), e o Corações em Fase Terminal foi um desafio que lancei a mim mesma, de escrever um livro em uma semana (ele tem 117 páginas).

Universo: Você possui um momento certo para escrever? Ou simplesmente não há uma rotina exata? Fale-nos sobre.
Fabiane Ribeiro: Eu escrevo sempre que dá tempo, mas quando começo um livro, tento focar-me o máximo possível nisso. Gosto muito de escrever durante a noite, mas nem sempre é possível. Porém, gosto de já ter tudo esboçado. A escrita final só acontece quando as ideias estão prontas.

Universo: Há algum projeto em mente? Se possível, fale um pouco sobre. Se não, conte-nos um sonho como escritora.
Fabiane Ribeiro: Sim, muitos. Tenho mais de 30 livros esboçados! Eu estava iniciando alguns projetos que envolvem drama e suspense, mas não sei qual será meu próximo livro publicado, pois já tenho outros prontos, esperando a hora certa para a publicação.

Universo: Gostaria, por favor, de deixar algum recado para os leitores do blog?
Fabiane Ribeiro: Agradeço a oportunidade e o espaço para divulgar meu trabalho no blog. E quero dizer para todos os leitores: vivam seus sonhos e não deixem nunca de acreditar que a vida nos reserva boas surpresas!

www.fabianeribeiro.com.br
www.reinoxadrez.blogspot.com
@fabiribeirovet
 


*Os links levam às respectivas páginas de cada livro no skoob.