Caroline Salcides uma vez disse: "Toda mulher tem no seu íntimo uma magia própria de fazer acontecer, de dar um jeito, de dar o peito, dar um colo, de fazer bem feito." Mas a verdade é que muitos ainda não reconhecem a importância do papel feminino na sociedade. Ou, ainda pior, se limitam a entender sua totalidade.

Felizmente, os esforços para amenizar e, quem sabe um dia, extinguir o preconceito e a desvalorização da mulher são ditados diariamente. Além disso, o Dia Internacional da Mulher, celebrado anualmente em 8 de março, vem como modo de reafirmar que a luta não cessará. E ela está em todos os lugares, inclusive na literatura.

Portanto, para esse dia especial eu resolvi listar 5 livros que discutem questões diversas sobre o papel da mulher na diferentes áreas da vida. As tramas também abordam injustiça, empoderamento feminino e demais reflexões sobre estereótipos e liberdade. Vale conferir e levar o debate a diante.

Imagem: Google.

Mulheres, por Carol Rosetti 
Livro ilustrado por personalidades femininas e sobre como elas podem ser fortes, merecedoras de respeito e especiais, cada uma com seu jeito e estilo, independentemente de opiniões e julgamentos alheios. A proposta da autora é contar diferentes histórias que merecem ser ouvidas e representadas.

Sejamos Todos Feministas, por Chimamanda Ngozi Adichie
Discurso acerca do estereótipo que se tornou a palavra 'feminismo', e sobre o que ainda precisa ser feito para que as meninas não anulem sua personalidade somente para que sejam como os outros esperam. A liberdade dos meninos para crescer sem o título de machistas também é debatido.

Para Educar Crianças Feministas, por Chimamanda Ngozi Adichie
Manifesto com sugestões e conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, iniciando pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. Portanto, pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos.

O Papel de Parede Amarelo, por Charlotte Perkins Gilman
Clássico feminista que narra, em primeira pessoa, a história de uma mulher com depressão nervosa forçada ao confinamento por seu marido e médico. O livro aborda os padrões que as mulheres são obrigadas a atender frente a sociedade, o que pode acarretar em problemas diversos.

A Filha Perdida, por Elena Ferrante
Livro sobre maternidade e as consequências que isso pode ter na vida de uma mulher. Outros elementos são abordados, mas todos se ligam ao ato de ser mãe e de tudo que isso exige das mulheres, tanto em aspectos físicas quanto emocionais. Um drama pessoal que propõe quebrar barreiras e estereótipos.

Se você conhecer mais livros pertinentes ao tema, deixe-os registrados aqui nos comentários. Vamos disseminar conteúdos importantes e passíveis de discussões enriquecedoras e construtivas.

Às mulheres, parabéns pelo nosso dia!
Abraços!

O feriado prolongado de carnaval é sinônimo de várias coisas: descanso, folia, praia, viagem, maratona de séries, oscar, leitura, dentre outros. Cada um dá aos seus cinco dias livres as atividades que melhor cabe. Foi pensando nisso que eu e a Érika, do blog Relicário, decidimos nos aventurar numa maratona de leitura. O intensivão vai da sexta-feira (24) a quarta-feira de cinzas (1º de março).


Nosso propósito não é iniciar e terminar vários livros nesse período, tampouco passar todo o feriado trancafiada lendo. Queremos, apenas, adiantar algumas leituras e iniciar outras que estão encalhadas faz tempo. Portanto, a meta é individual para cada uma e o único critério é que a gente consiga ler diariamente mais que o habitual.

Para dar uma agitada, resolvemos estabelecer algumas categorias que nortearam as nossas escolhas individuais. Para nós, a ideia de separar alguns livros previamente não só nos dará um foco como também vai dinamizar a maratona como um todo. Vejamos, então, quais são essas categorias, e quais obras eu escolhi para cada uma dela.

- Um romance de época... porque a gente ama! Sem contar que é uma leitura leve.
A Caminho do Altar (Julia Quinn)

- Uma HQ... para quebrar o ritmo da leitura discursiva.
Maus (Art Spiegelman)

- Uma leitura já em andamento... para dar uma adiantada.
Os Miseráveis (Victor Hugo)

- Um livro encalhado na estante há mais de um ano... para não adiar por mais tempo.
Livre (Cheryl Strayed)

Tô super ansiosa e animada! Espero conseguir fazer tudo que eu estou planejando para esse feriadão; que seja proveitoso. E para você, desejo o mesmo! Abraços.


"A Menina Que Roubava Livros", escrito por Markus Zusak, comemora hoje sua primeira década de lançamento aqui no Brasil. Por isso, eu não poderia deixar de homenagear essa belíssima história, que roubou meu coração – e que me fez pensar, pela primeira vez, sobre a fragilidade da vida.

Imagem: Google.

Diferentes coisas me agradaram nesse livro a ponto de torná-lo o meu favorito (e a minha desculpa, naquela época, para ler mais e mais). Dentre eles estão: a originalidade da trama, narrada pela Morte e vista sob a ótica de uma criança; as teorias da Morte sobre a conduta humana, além do modo como ela se distrai acompanhando a curta existência das pessoas (vale ressaltar que, por outro lado, com tantas mortes nesse período de guerra, a ceifadora de almas teve muito trabalho a fazer); a paixão de Liesel pelas palavras, o que a fazia roubar livros, mesmo sem o domínio da leitura; o fato de não haver pressa na trama, já que tudo é desenrolado calmamente, mas sem cansar o leitor; a leveza da história ainda que em um cenário de horror; a própria temática de guerra, cujo fator sobrevivência fora destaque; a mistura singular dos elementos amizade, família e confiança; a reflexão, de forma pura, sobre a liberdade e responsabilidade que as pessoas tem em mãos, além de suas consciências; e a gama de personagens cativantes e tão bem construídos.

É por isso que A Menina Que Roubava Livros me trouxe uma experiência tão gratificante, porque, além de tudo que já foi citado, ela oferece uma história linda, mas ambientada numa época triste. Por trás de toda a pureza e simplicidade existe uma sociedade devastada por um conflito global de nações opostas que custou a vida de muitos inocentes. Esse hibridismo mexeu muito comigo... e me ganhou.
 
A mim também. Imagem: Google.

Portanto, posso afirmar que há dez anos minha vida ganhou cor, pois, através da pequena Liesel, eu pude vislumbrar a grandiosidade desse universo literário, que até então tinha sido pouco explorado por mim. Foi assim que eu entendi o que as palavras trariam para a mim, o que a leitura constante poderia me proporcionar. Sem dúvidas esse é o livro precursor da minha vida de leitora. Foi daí que tudo começou, e eu devo muito ao Zusak por isso.

Abraços!


Não é novidade que a cada ano mais e mais livros são adaptados para os cinemas. Isso é um prato cheio para os (leitores e) cinéfilos de plantão, que, por algum motivo, não puderam conferir a obra escrita. Confesso que algumas vezes esse já foi o meu caso, e não me arrependo! Depois, cabe a mim optar pela leitura da trama em que aquela produção foi baseada, ou não.

Aliás, ando bem tranquila com a ideia de adaptação e entendo que não posso esperar que um filme seja inteiramente fiel à narrativa original, do início ao fim. Por isso, estou bem empolgada esse ano para assistir algumas produções cujas histórias eu não sei para que lado caminham - já que provavelmente não irei ler os livros até a estreia dos filmes. Veja abaixo quais são.

Fonte: Google.

Estrelas Além do Tempo
A trama conta a história real de três cientistas negras que foram essenciais para uma das maiores operações tecnológicas dos Estados Unidos, no auge da corrida espacial travada contra a Rússia durante a Guerra Fria. O filme foi indicado ao Oscar e tem previsão de estreia para 2 de fevereiro.

Antes Que Eu Vá
A história traz como protagonista jovem popular que morre em um terrível acidente. De repente, ela se encontra presa numa espécie de universo paralelo, parada no tempo, tendo que viver o último dia de sua vida repetidamente. O filme deve estrear em março.

Depois Daquela Montanha
Duas pessoas sofrem um acidente que os deixa feridos e sozinhos numa montanha congelante. À medida que os dias passam um vai se torna o apoio do outro, especialmente porque a única certeza deles é que nada será igual em suas vidas. O filme está previsto para outubro.

Aniquilação
A trama apresenta um grupo de quatro mulheres enviadas para a Área X, um lugar incompreensível e isolado do restante do mundo há décadas, onde a natureza tomou para si os últimos vestígios da presença humana. O problema é que é o fato de todas as expedições anteriores terminaram em tragédia. Ainda não há data de estreia prevista.

The Zookeeper's Wife
Durante a Segunda Guerra Mundial, um casal que comanda o zoológico de Varsóvia, na Polônia, decide utilizar as estruturas do local como resistência para esconder centenas de judeus quando o país é invadido pelos nazistas. A previsão de estreia é final de março. 

It - Parte 1
A história é ambientado na década de 1980. Ela gira em torno de um grupo de amigos que aprendem, juntos, o real sentido do medo após enfrentar um ser sobrenatural e maligno que deixou terríveis marcas de sangue na cidade. Previsão de estreia: 8 de setembro.


Esses foram as adaptações cujos livros eu não li. 
Mas existem produções que estão me deixando ainda mais ansiosa justamente porquê eu já tive a chance de conferir a trama original. Segue abaixo quais são eles.


A Bela a a Fera
A história é baseada no famoso conto de fadas francês, escrita por Madame de Beaumont em 1756, e vai muito além da jovem obrigada a casar com uma horrenda Fera que no final se revela um lindo príncipe preso sob um feitiço. 16 de março é a data de estreia.

A Cabana
Um pai de família atormentado após o brutal assassinato de sua filha mais nova, de repente se vê sem fé. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar ao local do crime, onde vai receber uma grande lição espiritual. Previsão de estreia em abril.

Extraordinário
A trama traz a comovente história de Auggie, um menino que sofre bullying por conta de sua deformidade facial. A narrativa foca em seu sonho de ser tratado como uma pessoa como outra qualquer, além dos seus momentos de superação em meio ao convívio familiar. Estreia em maio.

Assassinato no Expresso do Oriente
A nova adaptação traz o detetive Hercule Poirot, que se vê obrigado a investigar um misterioso assassinato no no luxuoso Expresso do Oriente. Pistas falsas são colocadas no caminho dele, mas nada o impede de solucionar o crime. Data de estreia: 23 de novembro.


E você, pretende conferir alguma das adaptações citadas acima?
Abraços!

Em 2016 muitas pessoas leram Os Miseráveis, de Victor Hugo, incentivadas pelo projeto de leitura coletiva organizado pela Fran do blog Livro & Café. Infelizmente, não estava nos meus planos ler o livro na época, além do fato de que eu não tinha um exemplar físico para chamar de meu (haha!).

Ainda assim, acompanhei o projeto nas redes sociais e pude ver que muita gente, que tinha receio da tamanha responsabilidade de ler um clássico importantíssimo para a literatura mundial, simplesmente se apaixonou e se permitiu ser feliz a cada página lida.

E ver a empolgação só alimentou minha vontade de ter experiência de leitura - que na realidade já existia, mas que acabou se intensificando. Sendo assim, me programei para adquirir o meu tão almejado box da cosac naify na última black friday... depois disso, pensei: pra quê adiar mais?

Coisa linda!  *-*
Já que estamos falando de um calhamaço, e já que adoro projetos de leitura, resolvi unir o útil ao agradável. Sendo assim, quero compartilhar contigo o me cronograma de leitura. O projeto irá se estender durante todo o primeiro semestre do ano.

Vale salientar que o cronograma abaixo foi pensado por mim... não sei se existe algo semelhante internet a fora. Não optei seguir o cronograma criado pela Fran, divulgado ano passado, porque achei melhor fazer isso de acordo com a minha realidade de leitura. Veja só como ficou bem simples.

  1. Janeiro | Leitura do livro Fantine (1): 1 - 430 | Cerca de 110 páginas por semana.
  2. Fevereiro | Leitura do livro Cosette (2): 431 - 790 | Cerca de 89 páginas por semana.
  3. Março | Leitura do livro Maruis (3): 791 - 1126 | Cerca de 83 páginas por semana.
  4. Abril | Leitura do livro O Idílio (4): 1127 - 1580 | Cerca de 115 página por semana.
  5. Maio | Leitura do livro Jean (5): 1581 - 1951 | Cerca de 93 página por semana.
  6. Junho | Leitura do posfácio: 1953 a 1971.

Se você ainda não leu Os Miseráveis, mas tem o livro em casa e sente que chegou a hora, ficarei feliz em ter sua companhia nessa jornada. Estarei sempre divulgando meus progressos de leitura, especialmente no instagram (@francs_x), então poderemos ir dialogando. Mas se você já leu o livro e está aqui só de passagem, então torce por mim. Será uma batalha árdua, porém, irá valer a pena. Não acha?

Abraços!

2017, finalmente! Essa transição de um ano para o outro é tão legal! A gente faz novas metas, nos dispomos a fazer novos desafios, separamos coisas novas para ler... é tudo muito empolgante, ao mesmo para mim. E é para dividir minhas energias positivas com você em relação ao nosso ano novo, que aqui estou. Tenho certeza que 2017 será bem produtivo no quesito leitura, para todos nós.

Pensando nisso tudo, antes do ano romper, fui à procura de alguns novos desafios de leitura (prefiro isso à ideia de separar 10 ou 12 livros para ler durante o ano. Comigo isso não funciona...). E, com a ajuda de algumas amigas, achei vários bem legais. Mas sempre havia algo que fugia da minha realidade ou gosto. Por essas e outras decidi não participar de nenhum, e, ao invés disso, criar minhas próprias metas pessoais. 

Elas são bem simples, mas são suficientes para mim, por hora. A partir disso poderei ir criando novos projetos de leitura ao longo do ano, que é algo que me anima e me fez conhecer coisas novas. Além de ser algo que eu levo a sério e me sinta determinada a cumprir.

Enfim, vamos às minhas (humildes) metas para 2017...

Imagem/Fonte: Google.

1º Ler quatro clássico, sendo pelo menos um da literatura brasileira
Para essa meta eu escolhi Os Miseráveis, de Victor Hugo, do qual farei um projeto de leitura que irá se estender durante todo o primeiro semestre do ano (comento melhor sobre isso no próximo post); Marame Bovary, de Gustave Flaubert; Capitães da Areia, de Jorge Amado; e o último provavelmente será Dom Casmurro, de Machado de Assis (o que seria uma releitura, na verdade)... ainda estou vendo essa possibilidade.

2º Ler dois livros do Stephen King, no mínimo
Tem vários livros do autor que eu quero ler, por isso ainda não defini muito bem os dessa meta. Mas com certeza um deles será Joyland. Alguém aqui gostaria de sugerir outro livro dele?

3º Ler dois livros de Agatha Christie, no mínimo
Esse quesito é equivalente ao anterior. Sei com toda a certeza que um dos livros será E Não Sobrou Nenhum, pois este eu tenho vontade de ler há anos (nem sei porquê ainda não o li), mas o outro ainda estou na dúvida. Quem sabe eu leia até mais de dois? Agatha Christie nunca é demais.

4º Dar prioridade aos livros da minha estante
Tenho cerca de 29 livros não lidos em minha estante. Por isso a prioridade em desafios e projetos que forem surgindo são para com os livros que tenho aqui. Além disso, só poderei comprar um novo livro a cada cinco lidos. Infelizmente (ou não) eles acabam se acumulando porque eu leio muito em ebook. Portanto, essa meta vai me ajudar a não acumula muitos livros físicos e a exercitar o autocontrole.

5º Ler 50 livros
Essa é a minha meta quantitativa anual há pelo menos três anos. Sempre consigo cumpri-la, e espero que o mesmo ocorra em 2017.


É isso aí. Bem simples, não é!? Mas a sensação se estar mais livre esse ano me deixa mais tranquila e aberta às leituras que eu realmente estou com vontade de fazer. Isso vai de cada um...
E por falar nisso, já estabeleceu suas metas? Me conte mais a respeito...

Desejo que seu 2017 seja um ano mágico de leitura, super produtivo e especial.
Abraços!


Esse ano eu fiz muitas leituras diferenciadas, pude conhecer vários autores, desencalhei muitos livros da minha estante, desapeguei, e ainda consegui ultrapassar minha meta quantitativa de 50... foram 59 livros lidos, e até a virada quero chegar a marca de 60. 

Definitivamente, 2016 foi um ano bom para leituras (pelo menos uma coisa boa para lembrar desse ano tão carregado, tssscc...). O que significa que a tarefa de eleger o melhor livro foi extremamente difícil. Diante disso, resolvi listar as melhores leituras que fiz nos últimos meses, e deixar aqui minha gratidão por tantas histórias boas; por tantas novas oportunidades de leitura; por tanto amor pelos livros, que a cada ano só aumenta.

O Rouxinol - Kristin Hannah
O Jogo do Anjo - Carloz Ruíz Zafón
Outlander - Diana Gabaldon
Eu Sou Malala - Malala Yousafzai
Misery - Stephen King
Light - Michael Grant
S: O Navio de Teseu - J. J. Abrams e Doug Dorst


E é assim, de forma bem humilde e simples, que eu me despeço de você por esse ano. Muito obrigada por sua companhia... aliás, obrigada por acompanhar meus devaneios literários e por dividir comigo essa paixão pela leitura. Espero que possamos continuar juntos nessa caminhada literária de cada dia, por muitos e muitos anos mais.

Tenha um excelente finzinho de ano, e até 2017!
Abraços!


Segundo e último post da retrospectiva literária 2016.  Só lembrando que a ideia, além de mostrar um pouco do que eu conferi em 2016, é fazer com que você reflita sobre o que foi bom, o que não foi, sobre o que faltou... Agora vamos que vamos, porque o ano tá acabando...

Imagem: Ilustração.

5 - Conhecido esse ano (autor): Haruki Murakami
Eu o conheci através de um dos seus mais famosos contos: Sono. Tive uma excelente primeira impressão com a escrita ágil, sem floreios, e completamente real e instigante do Murakami. Mal posso esperar para ler a trilogia do qual ele intitula de 1Q84. A trama promete abordar mistérios que desafiam os limites do real.

6 - Personagem mais marcante do ano: Anne Frank e Malala Yousafzai
As meninas mais inspiradoras do meu ano foram Anne e Malala, sem dúvida. E o mais incrível disso é que elas são personagens reais, o que me faz pensar que o mundo ainda conta com pessoas singulares, de personalidade forte e que acreditam numa vida melhor e mais digna. Elas são marcantes por isso, por exporem o seu redor com tanta simplicidade e intensidade ao mesmo tempo, mas, sobretudo, por suas histórias de vida... e cada detalhe por ser muito bem apreciado em seus respectivos livros. Vale muito a pena!

7 - Mais esperado do ano: As Cores da Vida (Kristin Hannah)
Foi um dos mais aguardados, sem dúvidas, porque KH é atualmente minha autora favorita. Preciso dizer mais alguma coisa? Haha! Fico sempre muito ansiosa quando alguma editora anuncia que vai lançar uma nova obra dela. Só que, mesmo muito ansiosa, eu resolvi guardar reservar esse livro para 2017, para ser minha primeira leitura do ano (fiz isso para poupar meu coração, pois só este ano li três livros dela, haha)... aliás, isso já virou tradição por aqui, começar o ano com Kristin Hannah.

8 - Gênero mais lido do ano: Drama e Romance
Li vários gêneros esse ano. Porém, os mais queridinhos foram romance e, especialmente, drama.


Gostou da retrospectiva? 
Apesar de simples, creio que os itens ajudam a pensar em coisas novas para o próximo ano.
No próximo post eu conto quais foram os melhores livros lidos em 2016.
Abraços!


A minha retrospectiva literária este ano será um pouco diferente do famoso top 5 que eu costumava fazer por aqui. Desta vez eu irei eleger um ou dois livros para cada uma das oito categorias que eu separei, com base no que eu li. Assim podermos pensar juntos acerca das nossas leituras. 

Resumindo: A ideia, além de mostrar um pouco do que eu conferi em 2016, é fazer com que você reflita sobre o que foi bom, o que não foi, sobre o que faltou... enfim, chegou o momento de olhar para trás. É hora de pensar sobre o que queremos para o nosso 2017 em termos de literatura.

Imagem/Fonte: Google.

1 - Reflexão do ano: E se Obama fosse Africano? (Mia Couto)
Livro de ensaios que trata as condições do povo africano, nos levando a mergulhar num mar de cultura e situações tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão iguais às nossas. Para quem não sabe, o título fala da felicidade que os africanos sentiram com a eleição de Obama nos E.U.A. A leitura é agradável e rica em ensinamentos.

2 - Emoção do ano: O Menino dos Fantoches de Varsóvia (Eva Weaver)
Me emocionei bastante com menino Mika que alegrava seus parentes e vizinhos por meio de um teatro de fantoches antigos, em meio ao caos da 2ª Guerra Mundial. É um livro repleto de reflexões, que transita da inocência à maldade humana, e que traz à tona questões como arrependimento e culpa. A trama aborda os dois lados da moeda, digamos assim, e por isso me conquistou tanto.

3 - Decepção do ano: Depois de Você (Jojo Moyes) e Surpreendente (Maurício Gomyde)
Depois de Você me decepcionou, em partes, porque ele não consegue ser a continuação que Como Eu Era Antes de Você merecia ter. Apesar de ter achado o desfecho ok, assim como outros elementos, um série de fatores me descontentaram, infelizmente. Quanto a Surpreendente, apesar de todo mundo falar super bem dele (o que me encheu de expectativas), me deparei com personagens sem personalidade; narrativa com vários elementos não muito bem desenvolvidos; dramatização constante e exagerada; e relacionamento adulto infantilizado. Isso sem contar que muita coisa é previsível e clichê. Portanto, mais uma decepção para a lista.

4 - Surpresa do ano: Grito de Guerra da Mãe Tigre (Amy Chua)
Li a obra sem grandes expectativas, mas me surpreendi bastante com a história. É inquietante, e repleta de emoções e relatos honestos sobre como funciona o estilo chinês de criação, além do choque de culturas ao fazê-lo nos Estados Unidos. É por vezes difícil pensar em como a autora enfrentou tantas dificuldades para manter suas crenças. Muito bom!


A retrospectiva continua no próximo post.
Abraços!


No primeiro post do blog deste ano eu falei sobre as metas literárias que eu estava me comprometendo a cumprir, baseadas nos desafios que o booktuber Vitor Martins recomendou em seu calendário literário 2016. Vale ressaltar que foram 12 livros temáticos, um para cada mês do ano, onde eu estive livre para ler o que eu quisesse, sem pressão alguma.

Como já realizei todas as leituras propostas, resolvi compartilhar contigo quais leituras eu escolhi para cada desafio. Vamos lá!?

Janeiro - Comece uma trilogia ou série: Outlander, A Viajante do Tempo (Diana Gabaldon);
Fevereiro - Leia um livro que virou filme: As Pontes de Maddison (Robert James Waller);
Março - Leia um livro escrito por uma mulher. Grito de Guerra da Mãe Tigre (Amy Chua);
Abril - Leia um livro nacional: Tenda dos Milagres (Jorge Amado)
Maio - Leio um livro infantil: Fique Onde Está e Então Corra (John Boyne);
Junho - Leia um romance: Uma Prova de Amor (Emily Giffin);
Julho - Leia um livro com mais de 500 páginas: Menina de Vinte (Sophie Kinsella);
Agosto - Leia um clássico: Orgulho e Preconceito (Jane Austen);
Setembro - Leia um livro de ficção científica: Fluam, Minhas Lágrimas, Disse o Policial (Philip K. Dick);
Outubro - Leia um livro de terror ou suspense: Misery (Stephen King);
Novembro - Leia um livro de um autor que você nunca leu: A Lista de Brett (Lori Nelson Spielman);
Dezembro - Leia um livro que você ganhou de presente: Eu Sou Malala (Malala Yousafzai).

E você, já cumpriu todas as suas metas literárias para 2016?
Abraços!


Já estamos praticamente na quinzena de novembro, dá para acreditar? 2016 está realmente acabando... não tem mais jeito! Isso significa que quem ainda tem metas e/ou desafios pendentes vai precisar acelerar suas leituras - se realmente desejar cumpri-las.

Eu, felizmente, já cumpri minha meta anual 'numericamente' falando. E esse foi um dos motivos que me levou a querer desacelerar um pouco até o ano novo (falei mais sobre isso aqui). No entanto, existem cinco livros que eu quero muito ler ainda este ano. Será que eu consigo?

Vou deixar registrado por aqui a minha listinha básica... se você já leu algum deles, por favor, me conta o que achou!?

1. A Menina Submersa (Caitlín R. Kiernan): leitura em andamento;
2. A Arte de Fazer Acontecer (David Allen): releitura em andamento;
3. Light (Michael Grant);
4. Essensialismo (Greg McKeown)
5. Eu Sou Malala (Malala Yousafzai): para cumprir o último desafio das 12 metas literárias para 2016.

E você, ainda possui muitas leituras pendentes? Me conta aí!
Beijos.


Normalmente, outubro é conhecido como o mês do halloween. Mas aqui na blogosfera - e no booktuber -, nós o denominamos como o mês do horror/terror. Isso tem motivado cada vez mais leitores a dedicarem suas leituras de outubro ao gênero, que é bastante expansivo na literatura e conta com uma infinidade de temas instigantes.

Por isso, resolvi listar cinco autores essenciais para quem quer experimentar esse segmento literário; autores que dedicaram grande parte de suas obras ao gênero, e que impressionam pela criatividade (sombria) em meio a tantos livros publicados. Fica, portanto, essa recomendação para você!


Stephen King: É difícil falar de terror na literatura e não citar o Rei. Isso porque ele é reconhecido como um dos mais notáveis escritores de contos de horror fantástico e ficção de sua geração (ele tem atualmente 69 anos). São mais de 50 livros, de ficção ou não, publicados em mais de 40 países. Inclusive, muitas de suas obras foram adaptadas para o cinema. É impossível não conhecê-lo, mesmo que seja só de nome. Mas não pare por aí... vale muito a pena conhecer a escrita do autor. 

Obras recomendadas: O Cemitério; It - A Coisa; Misery - Louca Obsseção; O Iluminado.


Tess Geritssen: Terry é formada em medicina pela Universidade da Califórnia. Começou a escrever após o nascimento de filhos, obtendo sua primeira publicação oficialmente em 1987. Com o sucesso alcançado, ela desistiu da carreira de medicina e dedicou-se à escrita em tempo integral. Hoje, sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo. O mais legal é que ela utilizou de sua experiência como médica para criar muitas de suas obras, que seguem sempre o gênero suspense e terror. 

Obras recomendadas: Colheita Macabra; O Predador; A Última Vítima; O Jardim de Ossos.



Edgar Allan Poe: Poe também não poderia deixar de ser citado. Suas obras são mais conhecidas góticas, cujos temas mais recorrentes lidam com a morte, incluindo os sinais físicos dela, os efeitos da decomposição, interesses por pessoas enterradas vivas, reanimação dos mortos e o luto. Por conta disso, muitas das suas histórias são geralmente consideradas partes do gênero romantismo sombrio.

Obras recomendadas: O Corvo; Assassinatos na Rua Morgue.


H. P. Lovecraft: Howard Phillips foi um escritor estadunidense revolucionário. Ele foi pioneiro em incrementar o gênero de terror com elementos fantásticos, que eram típicos somente na fantasia e ficção científica. Seus trabalhos se caracterizam por expressar uma atitude pessimista, muitas vezes desafiando os valores do Iluminismo, Romantismo, Cristianismo e Humanismo. Além disso, suas histórias têm como finalidade perturbar o leitor depois de atraí-lo para uma atmosfera de horror. Outra curiosidade é que muitos dos livros de Lovecraft foram inspirados por seus constantes pesadelos.

Obras recomendadas: Os Melhores Contos de H. P. Lovecraft.


Jay Anson: O escritor, que era norte-americano, é ainda muito conhecido pela obra Horror em Amityville, que fez o maior sucesso por ter sido vendido como uma história real. Vale destacar que a trama descreve as experiências narradas por pessoas reais, George Lutz e Kathleen Lutz, em 1975. Tudo começou quando eles foram morar em uma mansão onde ocorreu uma série de crimes brutais. Acontecimentos bizarros e misteriosos obrigaram eles a fugirem antes mesmo de completarem um mês naquele lugar. Eles alegaram que a casa era possuída por algo maligno e que estava influenciando diretamente através da deterioração gradual da personalidade de George. Essa história também serviu de inspiração para várias adaptações cinematográficas, lançadas desde 1979.

Obras recomendadas: Horror em Amityville; 666.


E aí, vai encarar?
Até mais!


Maio foi o mês das mamães literárias por aqui. Agora é a vez de homenagear os papais, afinal hoje é o dia deles. Para tanto, escolhi três pai da literatura que me marcaram fortemente, e que eu espero que sirva de inspiração para muito leitor afora. Vejamos quem são eles, então.

Gif da série de TV Fringe.  :)

- Hans Hubermann, de A Menina Que Roubava Livros (Markus Zasak), tornou-se pai de Liesel pelo acaso. E talvez até isso acontecer ele não tinha noção do quanto esse era o seu melhor papel (sim, Liesel é adoada). Hans é muito amável e protetor, e está sempre disposto a qualquer pela menina. A prova disso se concretiza quando ele descobre 'O Manual do Coveiro' que Liesel escondia. Mesmo não sabendo muito bem ler, Hans decide alfabetizar a menina, sempre com aulas de madrugada. Para quem ainda não leu o livro essas informações podem soar desconexas, mas para quem leu aposto que uma nostalgia boa acaba de se aflorar. De qualquer forma, vale dizer que Hans é um homem admirável, e que ele não poderia faltar nessa lista.

- Mickey Chandler, de Dançando Sobre Cacos de Vidro (Ka Hancock), sempre pensou que ser pai não seria uma escolha para a sua vida. Ele sofre de transtorno bipolar, e sua esposa, Lucy, sofre de problemas cancerígenos. Por isso eles criaram uma regra: nunca terão filhos, para não passar adiante suas respectivas heranças genéticas. Mas tudo muda de direção no 11° aniversário do casal – você já deve imaginar do que se trata. Por isso, muita coisa dramática acontece nesse percurso. É como se de uma hora para outra o verdadeiro significado do amor precisasse ser redescoberto, especialmente por Mickey. Não posso falar demais para não dar importantes spoilers, mas garanto que o nosso personagem em questão tem uma história surpreendente. Ele simboliza a superação e a força, e nos ensina que a paternidade nem sempre pode pode se tratar de uma escolha. Livro maravilhoso, emocionante e que vale a pena ser conferido.

- Steve Miller, de A Última Música (Nicholas Sparks), é o exemplo de pai que não desiste; e que ama acima de qualquer coisa. É uma pena que, infelizmente, ele só conseguiu alcançar o coração da filha (revoltada) quando ficou muito doente. O fim dessa história é de partir o coração, bem emocionante, mas, mesmo assim, reconfortante. Ainda que numa situação triste, Ronnie descobriu o quão maravilhoso o pai é, conseguindo assim ajudá-lo a aproveitar seus últimos dias com conforto e alegria. É como diz o ditado: quando não vai no amor, vai na dor. Porém, não precisa ser necessariamente assim em todas as ocasiões da nossa vida... e foi isso que eu aprendi com esse livro. Vamos amar mais, e dar valor a quem está sempre por perto fazendo algo por nós.


E você, tem algum papai literário que te inspira? Se sim, me conta qual é.

Feliz dia dos pais!
Abraços.

Eu já contei por aqui sobre as séries que abandonei nos últimos tempos, e sobre as séries literárias que estou acompanhando atualmente. Agora chegou a vez de comentar com você quais séries pretendo começar a ler (futuramente, assim espero). Coincidentemente todas são, na realidade, trilogias. Vamos lá conferir!?


1. Trilogia da Névoa (Carlos Ruiz Zafón): É composta por O Príncipe da Névoa, O Palácio da Meia-Noite e As Luzes de Setembro. Até onde eu sei as narrativas são independentes, mas possuem algumas semelhanças entre elas. Além dos mistérios e das pitadas de fantasia e surrealidade, características marcantes nas histórias do autor, em ambas as tramas existem perdas (mortes), segredos em relação a essas perdas, e a presença de espíritos. Os livros são curtos, mas aparentam ter um ritmo intrigante. Enfim, eu quero muito lê-los por serem do Zafón, e por conta da temática. As obras eu já tenho... só falta planejar a leitura.


2. Trilogia 1Q84 (Haruki Murakami): Trata-se de uma história única, dividida em três livros conhecidos como volumes 1, 2 e 3. A trama nos leva a dois personagens principais: a Aomame, uma mulher que esconde a profissão de assassina; e o professor Tengo, que se propõe a refazer um misterioso romance escrito por uma jovem de 17 anos. Eles não têm nada a ver um com o outro, mas de alguma forma suas vidas vão convergir. Além dessa proposta, o que me atraiu aqui foi o fato de envolver realidades paralelas, conspiração, abandono e mistérios que desafiam os limites do real. Também já tenho os livros em mãos... só falta marcar o início da leitura.


3. Trilogia Bill Hodges (Stephen King): É composta até o momento por Mr. Mercedes e Achados e Perdidos – o terceiro livro ainda não foi lançado no Brasil. Esse é o tipo de trilogia que só tem essa titulação porque as histórias estão ligadas por um personagem, embora elas não possuam uma ligação direta. Neste caso, as tramas são policiais, de investigação, e o personagem elo é o detetive Bill Hodges. Quem acompanha o blog sabe que eu aprecio tramas do gênero. Agora somem isso ao fato de que quem escreveu essas histórias foi o Stephen King. Aposto que haverão muitos mistérios, perigos e assassinatos ardilosos de qualidade. Enfim, fiquei muito instigada.


4. Trilogia Cormoran Strike (Robert Galbraith): Conta com O Chamado do Cuco, O Bicho-da-Seda e Vocação Para o Mal. Tem a mesma 'pegada' da trilogia anterior. O elo dos livros é um detetive que resolve mistérios clássicos, de acordo com o autor (pseudônimo de J K Rowling). Ou seja, são romances policiais com assassinos impiedosos, mistérios mal resolvidos e muita investigação policial. Diante disso (já deu pra notar que eu curto mesmo o gênero, certo!?), do sucesso que os livros vem adquirindo, e da boa fama que a autora tem por sua escrita instigante, resolvi adicionar a trilogia em minha lista de próximas leituras. Espero ter a chance de conferir tudo em breve.

Por enquanto é só. E você, quais séries literárias pretende começar a acompanhar?
Abraços,


O Skoob é a rede social queridinha dos leitores brasileiros. Já falei dele várias vezes por aqui, inclusive. Quem não tem, ao menos já ouviu falar. O que muitas pessoas ainda não conhecem ou não sabem exatamente como funciona, é o sistema de trocas da rede, o famoso PLUS


Óbvio que milhares de usuários já utilizam o serviço, uma vez que ele funciona há meses. Aliás, só para você ter uma noção, de acordo com o próprio Skoob, existem mais de 15 milhões de livros disponíveis para troca. Ainda assim, tem muita gente que possui dúvidas em relação a esse sistema.

Eu fui uma dessas pessoas, e, por isso, deixei de realizar várias trocas que poderiam ser bem produtivas. Pensando nisso, achei que seria interessante dar algumas dicas que aprendi na prática... portanto, essa vai para você que tem skoob, e possui livros encalhados na estante. Garanto, o sistema é bastante confiável! Basta atentar-se para o que listarei abaixo. Vamos lá, então!?

Minha página do PLUS no SKOOB.

1. O primeiro passo é atualizar seu perfil para o PLUS (fique tranquilo porque isso é gratuito), para só então marcar os livros que você quer trocar. Ao fazer isso, seu perfil será atualizado para plus amarelo, o que te permite enviar livros, a medida que forem solicitados, para conseguir créditos e assim fazer suas próprias solicitações. Após ter enviado dois livros, o seu perfil passará automaticamente para o plus azul.

2. Uma coisa muito importante que muita gente ainda não se deu conta: quando se é iniciante no PLUS, mesmo com certos livros marcados para troca, estes ficam INDISPONÍVEIS na lista geral dos livros disponíveis para troca, ou simplesmente PAUSADOS, como alguns costumam chamar. Por isso, ao aderir o plus (e ao marcar os seus livros para troca), é importante que entre no sistema plus (em sua própria conta, no skoob), e verifique em "MEUS LIVROS" se os mesmo estão DISPONÍVEIS. Se eles não estiverem, é só você configurar lá mesmo. Logo, eles se tornarão possíveis de serem solicitados por terceiros.

3. Um iniciante não terá reputação no PLUS (sobre isso falo melhor abaixo), e isso é bem complicado para quem quer solicitar um livro e é de fora. E é complicado para você também, que está a espera de alguma solicitação, afinal você precisa de créditos para adquirir um livro. Uma dica para se ter credibilidade no início é por uma descrição em seus livros, além de publicar imagens dos mesmos. O PLUS permite isso! Use esse espaço para informar aos outros o estado de seu livro, pois, garanto, isso faz toda a diferença.

4. Seja sempre atencioso! Não omita informações sobre o estado do livro, tome cuidado com o envio, embalado-o com cuidado, e tendo a atenção de enviar o código de rastreamento (o PLUS também oferece essa ferramenta que fica disponível quando você aceita uma solicitação). Além disso, procure não demorar muito no acesso, pois isso pode acarretar no cancelamento do pedido, sem contar que é chato fazer o outro esperar. Tudo isso conta muito na avaliação que a pessoa fará de você, isto é, a chamada reputação. Aliás, muitas pessoas, antes de fazer uma solicitação, olham a sua reputação, para saber se correu tudo bem com as trocas anteriores. Vale destacar que ambos possuem o direito de avaliar um ao outro. A troca envolve ambas as partes em todos os casos.

5. Se estiver interessado em um livro cujo o dono não tenha disponibilizado fotos ou uma descrição completa do exemplar, não custa nada ir até o perfil da pessoa e pedir que ela lhe envie fotos do livro por e-mail, por exemplo. Fiz isso algumas vezes e deu certo. Com educação e boa vontade a gente consegue fazer a transação numa boa.

6. Aconselho que na hora de solicitar um livro, você não preste atenção apenas na descrição do exemplar e na reputação da pessoa. Vá também ao perfil dela e cheque se a mesma tem acessado o Skoob recentemente. Já vi livros estarem disponíveis, mas, ao ir ao perfil da pessoa, via que o último acesso da pessoa tinha sido há meses e até anos. Isso me fez desistir de solicitar.

7. Seja paciente, pois as trocas não caem do céu. Geralmente, os mais pedidos são lançamentos ou aqueles que por algum motivo estão na moda, digamos assim. Isso significa que certos livros não tem muita pedida e/ou não despertam tanto o interesse da maioria. Eu, por exemplo, estou com toda a série Crepúsculo para troca, mas como os burburinhos cessaram e muita gente já os tem, fica difícil passar adiante. Mas a esperança é a última que morre, não é mesmo!? Vamos ser pacientes que pode dar certo. E o mesmo conselho serve para situações contrárias. Se você quer muito um livro que não se encontra indisponível, especialmente sendo uma obra recém chegada no mercado editoral, espere um pouco. Lembre-se que você não precisa desse livro pra já, em salvas exceções (e se precisa talvez seja melhor comprá-lo). Com o tempo e a devida paciência as melhores trocas virão.

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Eu amo colecionar livros (dã, Francielle!), mas acho a troca uma excelente forma de passar adiante o que não quero mais, enquanto tenho a chance de obter algo novo para ler. Por isso vejo o PLUS como algo extremamente útil, porque darei a alguém um livro que a pessoa quer muito, enquanto vou atrás de outra pessoa que queira se desfazer de um que eu quero muito. Ao invés de trocar livros por trocar, muitas vezes por títulos que eu nem queria muito ler (como já fiz várias vezes), agora tenho a oportunidade de adquirir coisas que realmente me interessam. Além disso, minha experiência com esse sistema foi bem positivo até o momento. Portanto, fica a recomendação!

Geralmente essas dicas farão mais sentido para quem já costuma acessar o Skoob, então espero que elas te ajude de alguma forma. Mas se alguma dúvida ainda estiver em sua mente, deixe aqui nos comentários que eu terei o prazer em te responder.

Abraços!

Estamos no mês no amor (e literalmente no dia dos namorados), então que tal listarmos livros que já nos fizeram refletir sobre o amor? Abaixo você confere algumas histórias que me fizeram pensar, através de personagens muito queridos, sobre o que muitas vezes enfrentamos para viver esse sentimento tão avassalador. Vamos lá!?

1º Dançando Sobre Cacos de Vidro (Ka Hancock) é uma história tão linda e triste, quanto sensível e intensa. Aqui conhecemos Lucy e Mickey. Ambos possuem doenças genéticas: Lucy tem um histórico familiar de câncer, e Mickey um grave transtorno bipolar. Contrariando toda a lógica, eles se casam e firmam um compromisso para fazer o relacionamento dar certo. Isso até Lucy, em seu 11º aniversário de casamento, ser surpreendida com uma notícia que os levam a redescobrir o verdadeiro significado do amor. Uma história de inspiradora, de superação, que todos deveriam ler.

2º As Pontes de Madison (Robert James Waller) se passa em 1965, e conta a história de Francesca Johnson e Robert Kincaid. Suas vidas são levadas de forma totalmente diferentes, mas, ainda assim, eles descobrem nas coisas mais simples o significado de um sentimento verdadeiro. E mais: eles nos ensinam que o valor das coisas está realmente na intensidade que elas carregam e não no tempo que duram. Apesar de ter gostado mais da adaptação do que do livro propriamente dito, essa história é inegavelmente inspiradora, independente do formato, pois dá voz aos nossos anseios e às mudanças das nossas vidas em nome do amor.

3º Querida Sue (Jessica Brockmole) é sobre amor, distância e guerra. A história dá início em 1912, quando a jovem poeta Elspeth e o universitário David passam a trocar cartas que refletem seus medos, esperanças e confidências. Isso desencadeia uma amizade que rapidamente se transforma em algo maior. Porém, a primeira guerra torna tudo muito complicado. Anos mais tarde, a filha de Elspeth encontra uma das cartas de amor de David em uma parede secreta, sendo esta a única pista do paradeiro da mãe, que está desaparecida. Essa busca fará com que a moça conheça segredos escondidos há décadas. Querida Sue é uma história contada em cartas. É envolvente e muito emocionante. Além disso, mostra quanto o amor verdadeiro é capaz de superar barreiras.

4º Como Eu Era Antes de Você (Jojo Moyes), é claro, não poderia faltar. A divertida e emocionante história de Louisa e Will, cujo amor nasce de forma tímida e natural, mas com um desfecho nada animador. Costumo dizer que a autora nos prepara para o final desolador durante todo o livro. Somos nós, leitores, que negamos acreditar que as coisas vão acabar da forma que acabam. Ainda assim, a trama é muito bucólica e comovente. Ver um dando sentido a vida do outro; ver um abrindo os olhos do outro; ver um trazendo alegria para o outro, até nos detalhes mais pequenos... isso (e muito mais) nos mostra que precisamos enfrentar muitas coisas por quem amamos. E que precisamos de coragem e esforço para retomar a vida quando tudo parece acabado.


Se você gosta do gênero romance e ainda não leu algum desses livros, recomendo fortemente.
Abraços!


Você sabe por que o dia 25 de maio é o dia do orgulho nerd?

A iniciativa que celebra o direito de ser nerd teve essa data escolhida para comemorar a premiere do primeiro filme da série Star Wars, o Episódio IV: Uma Nova Esperança, que aconteceu em 25 de maio de 1977. Aliás, Star Wars é um dos maiores símbolos da cultura nerd, ou geek, já que seu impacto cultural saiu das telonas para os games, para a literatura, para as HQs, dentre outros.

Star Wars é uma franquia de ópera espacial estadunidense de fantasia científica. Fonte: Google.

O dia 25 de maio também é importante por outro motivo. Nele se comemora o Dia da Toalha em homenagem ao escritor Douglas Adams (1952-2001), autor da famosa trilogia de cinco de livros, O Guia do Mochileiro das Galáxias. Ele também é considerado o grande percursor da cultura nerd. Como o autor dedicou um página inteira em sua história para falar sobre a toalha e sua importância para os mochileiros, decidiu-se então pelo uso da toalha como tema.

Representação de "Os Mochileiros da Galáxia". Fonte: Google.

De forma geral, o nerd é aquela pessoa muito dedicada aos estudos. Daí vem a junção do geek mais computação, internet, livros, games, quadrinhos, seriados e filmes. O resultado disso é um grupo de adoradores por um mundo cheio de conteúdo. E, felizmente, essa cultura não só se expandiu, como retirou os nerds da margem da sociedade (antes o nerd era visto como o 'esquisitão').

É claro que existem muitas pessoas que não curtem a cultura nerd, e que a caracterizam como uma modinha. Independente disso, acho bacana e até importante que haja um dia dedicado a quem dá valor a essa cultura repleta de coisas legais e interessantes a serem exploradas. É uma forma mútua de celebrar tanto quem recebe o produto quanto quem o produz. 

Portanto, a quem a carapuça servir, tenha orgulho de ser nerd!
Feliz dia da toalha!


Em fevereiro eu comentei por aqui as séries literárias que abandonei nos últimos tempos, e o porquê. Quem leu esse post viu que eu deixei de lado mais de dez continuações. Um número que acabou me assustando muito, confesso. Mas do qual eu não me arrependo de ter feito.

Por conseguinte, achei que seria bacana fazer um balanço das séries cujas leituras estão andamento. Ainda que não sejam muitas, já que nos últimos tempos tenho evitado iniciar novas histórias fragmentadas, gostaria de compartilhar quais são essas sagas com vocês. Vamos lá!?

Ilustração. Fonte: Google.

1. Os Bridgertons, de Julia Quinn: Quem acompanha o blog regularmente sabe que eu leio essa série na sequência, e a medida que os livros vão sendo lançados. Até onde eu sei, a saga terá oito volumes... aqui no Brasil já foram lançados sete (do qual eu já li), mas o oitava já está para sair no mês que vem. Enfim, só amores por esses romances e pela autora (responsável pela minha paixão por romances de época). Pena que tá acabando. Para conferir as resenhas da série basta clicar aqui.

2. As Quatro Estações do Amor, de Lisa Kleypas: Quando eu falei que sou apaixonada por romances de época, falei muito sério (embora não leia muitas sagas do gênero, tenho sorte de ter acertado nas que escolhi conferir melhor). Essa é uma quadrilogia cujo segundo livro foi lançado recentemente aqui no Brasil, e, assim como a série anterior, estou lendo na sequência. É muito divertido, peculiar e de escrita encantadora. Quero logo o próximo livro! Para conferir as resenhas da série basta clicar aqui.

3. Gone, de Michael Grant: Eu iniciei a leitura dessa série faz bastante tempo. Em 2011, mais precisamente. E até agora não consegui finalizá-la porque, infelizmente, a Galera Record demora demais para lançar os livros. Aliás, nem sinal do sexto e último volume. Não sei o motivo de tanto prolongamento, só sei que é frustrante, principalmente porque, com o tempo, certos detalhes vão sumindo da nossa mente. Acho que quando sair o último vou precisar reler toda a saga. Mas farei isso com prazer, pois gosto muito da escrita do autor, da forma como ele vem construindo a série (amadurecendo-a), e dos seus personagens. Para saber mais sobre a série clique aqui.

4. The Walking Dead, do Robert Kirkman e Jay Bonansinga: Comecei a ler essa saga há um tempinho, obviamente por causa da série de TV. E, como ocorreu com muita gente, fui enganada achando que seriam apenas quatro obras (uma trilogia cujo último livro foi dividido em dois volumes). Eu as li e depois até cogitei em abandonar. Porém, como eu gostei demais do que vi até então, e como a trama segue de forma independente, acho que vale a pena continuar. Estou um pouco atrasadinha, pois, se não me engano, já existem dois ou três livros lançados que eu ainda não li... e eu aqui, dando bobeira.

5. O Cemitério dos Livros Esquecidos, de Carlos Ruiz Zafón: Prefiro não falar muito sobre essa trilogia por enquanto, apenas que estou gostando muito. Há muito tempo eu tinha vontade/curiosidade/desejo de ler essas histórias. Elas são aparentemente independentes, mas fazem todo o sentido cronologicamente. Já finalizei o primeiro livro, e logo logo pretendo terminar o segundo para iniciar o terceiro na sequência (quem acompanha o blog sabe que a saga faz parte do meu projeto leitura de domingo). De 2016 não passa.


É isso aí. Não sou uma seriemaníaca, afinal (haha!).
E você, tem muitas séries em andamento?
Abraços,


Que tal homenagearmos algumas mamãe literárias super ultra power incríveis? Afinal, hoje é o dia delas! Então vamos lá... separei algumas personalidades que foram marcantes para mim, e convido você a fazer o mesmo. Vai pensando aí quais mamãe te surpreenderam ao longo de suas leituras...

Ilustração/gif de Gilmore Girls. Fonte: Google.

Bem, as minhas são:

- Laila, de A Cidade do Sol (Khaled Hosseini), foi mãe muito jovem. Aos 15 anos fora obrigada a se casar com Rashid, já a beira dos 60 anos de idade. Mas vale destacar que seus filhos, Aziza e Zalmai, não são frutos dessa união. Além disso, estamos falando de uma trama que se passa em Cabul (Afeganistão) entre meados de 1980 até o início dos anos 2000. Ou seja, a realidade extremamente agressiva no que diz respeito às mulheres já vigorava. Lá, crianças são forçadas a se submeter ao estupro, agressão, submissão... enfim, estamos falando de uma história forte e muito impactante, mas repleta de amor e perseverança. E os filhos de Laila (que desde o início mostrou ter uma maturidade e garra inabaláveis) refletem exatamente isso.

- Vianne, de O Rouxinol (Kristin Hannah), é mãe de Sophie. Com a chegada da Segunda Guerra Mundial, ela se vê obrigada a alojar um soldado em sua casa depois que seu marido é convocado para a batalha. Isso se resume a fome, frio, miséria, humilhações e todo o horror que uma guerra pode causar. Mas Vianne precisa ser forte por sua filha. Ela precisa se manter firme para que Sophie não perca sua infância e sua inocência; para que ela se mantenha protegida, alimentada e longe do frio; ela precisa dar tudo de si para enfrentar os males da guerra, o medo, as decepções, para sobreviver ao lado de sua filha... e é exatamente isso que ela faz.

- Violet, da série Os Bridgertons (Julia Quinn). Estou falando da mãe de Anthony, Colin, Eloise, Gregory, Benedict, Darphne, Francesca e Hyacinth. Sou muito fã dessa mulher porque ela preza muito pela felicidade sincera dos filhos. Embora tenha certa obsessão por casamentos, além de ser uma viúva muito rica e da alta sociedade, ela não impõe pretendentes, não é uma maluca superprotetora (mesmo tendo a clássica preocupação de mãe), e não é contrária a escolha dos filhos por conta de títulos, nobreza ou poder aquisitivo. Além disso, ela é muito tranquila e uma ótima conselheira. E super divertida! Uma mãezona e tanto!

- Bernadette, de Cadê Você Bernadette? (Maria Semple), é a mãe mais maluca da literatura contemporânea. Isso porque ela é tão antissocial, que para as demais mães da Galer Street, escola liberal frequentada pela elite de Seattle, ela só causa desgosto. Mas para Bee, sua filha de quinze anos, ela é a melhor mãe do mundo. E é justamente isso que mais me impressionou no livro, a confiança e o amor da filha para com a mãe. As besteiradas da Bernadette faz com que todos duvidem dela, exceto Bee. Ela acredita na mãe de forma incontestável, e vai à sua procura até o fim. Sim, porque ninguém sabe onde Bernadette se meteu. Enfim, jornada divertidíssima!

- Kate, de Ouro (Chris Cleave), tornou-se mãe bem por acaso. Isso a fez perder algumas competições do ciclismo de elite, do qual ela faz parte desde a adolescência. Kate também precisou abrir mão de duas olimpíadas em que era a favorita ao primeiro lugar por conta da pequena Sophia, que possui uma grave doença que requer muito cuidado e atenção. Mas assim como o esporte mostrou ser sua grande paixão, exigindo seu foco e comprometimento, o ato de ser mãe deu a Kate uma nova e importante perspectiva de vida. Algo que ela jamais trocaria pelo que quer que fosse. É lindo de doer.


Feliz dia das mamães!
Abraços!